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 Faculdade

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Ximeerra
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   21/09/18, 08:04 pm

Música Tema - Prólogo do Parentesco

Ximeerra estava em transe de choque com o que ouviu sobre o youkai Inugami e sua mitologia geral, de boca meia aberta e com os olhos e sobrancelhas levantados. - Uuhhhh...o-opa! Er...os orixás? Oxê! Claro que falo sobre eles! - Sai do transe e responde à bola passada para si mesma. - Guri... sua história é triloca! Se me permite, eu vou pegar esse texto e anotar, amo colecionar histórias tão estrangeiras! - Ximeerra exclama escrevendo o conteúdo do texto no tradutor em um bloco de notas, e envia tal arquivo em sua nuvem.
   A mulata antes de começar a definir seu conteúdo, encarou os dois rapazes com um ar sereno, marcou sua página do seu livro alugado e abraçou tal item contra seu peito. - Criações de Olorum, antes d'eu celebrar verbalmente sobre estes pais e mães, fiquem conscientes de uma coisa: Nesse país que 'cês pisam nessa mesma viagem, acontecem muitas forma de preconceito em relação a essa religião que eu e muitos ao redor dessas terras seguem e tomam com fé para a vida. Estes abostados têm pavor do que não conhecem, e julgam que a essência e a magia que corre nas nossas tradições é negativa, negra... eu já protesto com essa abordagem que nós filhos de orixás acreditamos: Não existe magia negativa, mas sim intenção da magia! Dando um exemplo: Minha mãe consegue tirar as dores tremendas de qualquer ser, principalmente de guris. Como? Ela junta fitas e COLHE as fezes do paciente, assim fazendo uma mironga. Depois disso, ela ordena que o mesmo segure seu próprio dejeto e concentrar suas dores para transferir tudo para dentro do coco, então ela amarra com as fitas em volta para conter qualquer energia maligna que contia essa dor. Esse tipo de magia é um rito, bem comum mas bem complicadinho de "mestrar", e é chamada de magia "empática". É justamente esse tipo de magia que eu quero tanto poder praticar, porque têm muito mais de onde essa engenhosidade toda veio! - Ximeerra finaliza seu discurso exemplar erguendo seu livro em frente ao seu rosto e beijando-o antes de abrí-lo denovo na mesa.
   Em seguida, a mulata passa a pesquisar ilustrações exemplares dos deuses da umbanda, para uma definição visual mais intuitiva. - Agora... voltando para os orixás... Maca-c...Makasso...MASAKO! Eita nome difícil gajo, enfim. Eu já expliquei sobre Oxum, então vamos seguir.
   Oxalá, foi criado por Orolum, que usou o ar e a água dos primórdios da Terra. Esse pai foi o criador dos seres humanos e nos ajuda na manutenção da fé individual e também na fé e religiosidade de cada gajo. Ele diz quem morre na hora certa de cada um de nós.
   Iemanjá, mãe dos orixás, rainha do mar, protetora do povo que mora no litoral, dos pescadores, dos viajantes do mar e de toda a vida marinha. Ela também protege a família como um todo.
   Ogum, representa as peleias das nossas vidas! Protege no plano espiritual e nas guerras terrestres. É o guardião contra guerras e demandas espirituais negativas, e também é o senhor das estradas e o responsável pela manutenção da lei e da ordem!
   Oxossi, representa as matas e os caboclos. Ele é bem conhecido por caçar as almas de maludos. Para aqueles que o seguem, proporciona coragem e segurança. Protege os animais e tem o bom senso alinhado à sua grande força!
   Xangô, representa a sabedoria e a justiça. Ele rege a lei do retorno, em que se castiga os malfeitores e exalta os injustiçados. Também é chamado para dar soluções à assuntos pendentes. As pessoas que seguem Xangô muitas vezes passam por problemas de perseguições no plano carnal ou espiritual.
   Iansã, representa os ventos e tempestades da natureza. Ela é a rainha dos raios, e é responsável pelas transformações e pelo combate à feitiçarias que são realizadas contras os seus seguidores, anulando os males e cargas de encantamentos e feitiços. Também conhecida como guardiã dos mortos. -

   Ximeerra finaliza sua abordagem, ainda com muito folego para dialogar. - Ufa, o livrinho até que me deu uma ajudinha no vocabulário! Espero ter parecido sisuda contando tudo isso! Huhuhu! -  A mulata quebra o gelo do diálogo ao folear a página do livro e trocar as abas do navegador da internet.

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   21/09/18, 09:00 pm

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- Conhecimento – Línguas – Nv. 3 (300 / 400)
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-É, de fato é doloroso esse ritual... -Concordei com o fato de como invocar um Inugami. Onuris logo passou a falar mais de sua cultura, e nossa, como era bem rica... -Parecem bem mais evoluídos do que aparenta... -Comentei ao procurar imagens de Wakanda de fato... Ou era uma maneira bem evoluída de se pensar. -Digo... Olhando pelo lado dos outros países que só se importam com o desenvolvimento econômico e é cada um por si. -Expliquei antes que achassem que fosse algum tipo de preconceito. Voltei a olhar pra Ximeerra, esperando que ela me explicasse sobre os tais Oguns, mas ela se entusiasmou com os rituais, ditando um que era em base de fezes e torci o cenho ao imaginar... Ainda bem que eu não fazia mais essas coisas... -É... Interessante... Eu acho... -Murmurei voltando a olhar pro computador pra voltar a treinar informática, mas voltando a olhá-la ao ouvi-la se embaralhar com meu nome, e ri. -Significa Elegante Criança, Masako. -Traduzi no literal e prestei atenção conforme ela explicava sobre minha pergunta. -Oh... Então eles tomam conta de uma parte da natureza e punem quem faça mal ao que eles prezam... Nunca tinha ouvido falar neles. -Comentei anotando no computador ambas as informações e depois pesquisando sobre mais algum youkai. -Yatagarasu, é um corvo de três pernas que tem sido usado como um símbolo do sol desde os tempos neolíticos na China. Pode ter se originado como uma personificação de manchas solares por astrônomos antigos. No Japão, o corvo também tem sido um símbolo do sol desde os tempos antigos, aparecendo nos primeiros trabalhos escritos do Japão. É uma criatura sagrada e um servo da deusa do sol, Amaterasu. O nome Yatagarasu significa “oito palmos de extensão”... Parece que ele não é bem um youkai... Ou eu achei que youkais fossem tudo ruins? -Perguntei no final olhando pra eles sem entender de fato se eram bons ou maus...
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   21/09/18, 10:48 pm

Os dois estavam bem entusiasmados com toda a conversa e os estudos, realmente vinham com informações interessantes. - Ximeerra é bem versada em sua cultura, tenho certeza que sua mãe Oxum está orgulhosa de tal filha. - Elogiou a mulata em português, para a seguir se dirigir ao jovem. - Sua cultura parece cheia de misticismo e de apreço pela natureza... Quer dizer, me parece isso ao menos. - Responderia em japonês ao adolescente, realmente aquele assunto era deveras agradável. - Hoje vivemos numa época difícil, a maioria das pessoas não liga para a Vida, só se importam com o Crescimento e a Fortuna. Minha tribo credita que acima dos Deuses e Espíritos há uma Grande Mãe, a Natureza. Da forma como falamos dela, muitos a assemelham com uma representação grega da Terra. Nós a chamamos de Umhlaba, que significa Terra em Zulu. Nossas lendas contam que quando Umhlaba caminhou pela primeira vez entre as estrelas, Ela escolheu uma bem brilhante e dourada perto de onde ela faria a casa onde colocaria seus filhos. Ela montou sua casa perto o suficiente para se aquecer na estrela, mas longe o suficiente para que o seu fogo não a queimasse e nem aos seus pequenos. Com graça ela dançou, assim como os outros Celestiais. Por onde seus pés passaram, terra formou-se, crescendo debaixo dela para todas as direções e se interligando. Ela cantou, e o espírito de sua canção tornou-se a chama que viria a habitar dentro do coração da Terra. - Ele explicaria exatamente o que lhe passaram quando mais novo, algo que ele guardava com carinho em sua mente e em seu coração, deixando isso transparecer na maneira emocionada de falar, mas mantendo um ritmo para que fosse didático. - Temos uma lenda sobre armas que os Deuses criaram para proteger a Terra, mas eu tinha vindo aqui ler um pouco sobre geologia também e acabei me perdendo. - Riu sem graça, tratando de abrir o livro de geologia para começar por um tema básico, a formação da crosta terrestre como se conhece hoje e suas características.


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MensagemAssunto: Re: Faculdade   22/09/18, 03:26 pm

A moça reage aos pulos com conto mitológico do youkai Yatagarasu, copiando o histórico da voz transcrita de Masako para seu bloco de notas, e também pesquisando mais sobre tal criatura. - Um corvo... com três patas...que representa o próprio sol... in-te-res-san-te... Obrigada pela informação! - Agradece ao rapaz. - Heh, eu sinceramente vivo com anseio de sempre aprender o que essa vida me joga, e aproveitar essas interações com as pessoas que me rodeiam, então eu tô entendendo o que 'cê quer indicar usando essas histórias. - Dita sua observação para Onúris acenando a cabeça em apreensão.
   Imediatamente seguindo em mostrar outro tópico do qual também estava com anseio de revisar e discutir. - Então guris... 'cês parecem gajos com mente aberta pra mim! Eu bem que queria ler denovo sobre a parte teórica dessas práticas ritualísticas, e agora posso fofocar sobre elas com alguém! - A moça exclama felizmente, rapidamente digitando e pesquisando sobre símbolos. - Batem o olho aqui! Esses símbolos desenhados com pembas fazem a mesma coisa: chamar as entidades que pra trabalhar, além de servirem como um reservatório de energias e trazerem remédios. Esses pontinhos riscados são o que chamam de "grafismos" que nossos pais e mães servem para se identificar, e isso manda os encostos bichados pra fora do lugar que desenhamos. - Assim mostra as ilustrações e explana seu conhecimento sobre a abertura dos atos para os curiosos colegas.  

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 12:58 am

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Ximeerra parecia ter gostado do que disse sobre o youkai corvo, por algum motivo... Será que ela gostava tanto de corvos? Sei lá, tinha pessoas que gostavam de cães, gatos e elefantes... -Que bom que ajudei de alguma forma. -Falei sorrindo, mas parei de sorrir ao ouvir a próxima história de Onuris. -Quando acho que ouvi algo interessante você fala outra coisa mais interessante. -Comentei assim que terminei de ouvir. -Ah... Acho que minha cultura diz muito de deuses e youkais, mas as vezes não vejo muita diferença entre um e outro... Assim... Imagino que um deus deva ser bom, mas ele também destrói embora ele realize alguns desejos, já os youkais... Seriam maus no total, mas que também podem realizar desejos... Como por exemplo Inari, ela é a deusa da sabedoria, fertilidade e colheita, é representada pela forma de uma kitsune (raposa), e kitsunes são youkais... Mas a lenda também diz que ela evoluiu até se tornar uma divindade. -Comentei no final bagunçando os cabelos lisos. -É confuso de mais... -Murmurei, mas voltei minha atenção pra moça ao meu lado que começou a falar sobre os símbolos dos Orichas. -Imagino que não seja só o símbolo, mas tenha algum ritual por trás pra chamá-los, né? -Perguntei a ela curioso, afinal seria tenso se somente com o símbolo desse pra invocar eles. -Oh, gomen! -Desculpei-me pra Onuris que estava se atrasando pra me explicar algumas coisas. Voltei a escrever algumas coisas no computador, abrindo outro programa pra treiná-lo, vasculhando suas ferramentas e pesquisando na net o que elas faziam de fato.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 01:16 am

- Interessante... - Comentaria sobre o que a mulata relatava, ela era culta nesse assunto, alguém interessante para aprender segredos. - Não me atrapalhou, na verdade tive uma ideia. Reunir sobrenatural, história e artefatos místicos em uma só chance. - Onúris sorriu, pegou o livro de arqueologia e nele encontrou a seção que resolveria aquilo. - Pelo que consta aqui a "Lista de Reis" é um compendio dos nobres sumérios registrados pelas eras. Em diversas incursões arqueológicas aproximadamente dezoito exemplares da lista em placas de pedra foram encontradas, e a maior delas se encontra no Museu Ashmolean, em Oxford. - Explanaria sobre seu achado no livro, sendo didático nessa explicação. - Pelo que me lembro esses Reis muitos eram descendentes de Deuses.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 03:23 am

A mulata suspira com o contexto da leitura de Onúris. - Heh... quem me dera que o Brasil tivesse um bagulhete desses. Tipo... até parece que a nossa história não é tão exposta como quisessem que seja, ou como muitos aí de fora fazem pelas suas nações. Também preteou o olho da gateada pra agregar valor disso tudo quando o nosso museu nacional virou um monte de cinzas recentemente. - A moça aborda lamentando da tragédia atual, apoiando seu chapéu contra seu peito. Volta a suspirar, porém deixa o chapéu de lado do notebook, ajeitando sua cabeleira, simbolizando seu escalar de casualidade e proximidade com a os estudantes na mesa. Em seguida, volta a atenção quanto à curiosidade de Masako, repondo sua expressão fervosa ao começar a explicar do ritual. - Ai então Masa... com certeza não basta só rabiscar no chão e esperar o achego vir e te mimar! Nenhum filho devia esperar ser lambido assim pelos pais! Afinal, a primeira coisa que esse culto com os orixás nos ensinam é como demonstramos respeito e educação com um pingo de dedicação aos nossos pais de forma que eles mesmo nos ensinaram... mesmo que nesse caso seja religioso. - Ximeerra traz a analogia para a mesa com uma tonalidade séria e levemente ríspida, como uma mãe abordaria ao seu filho.
  - Na real, "evocamos" essas entidades em saudações! Nessa analogia que fiz, pensa na oração como pedir "por favor" para seu parente pedindo algo, e as velas como você gesticula esse pedido, é assim que costuma girar no nosso círculo. Até as orações e cor das velas variam, há quem fala que pai e mãe criam diferente dos vizinhos. Tradicionalmente, faziam esse gesto com as velas e até datas só com Exú e Pombagira, dois que representam os guris e gurias e os virilizavam depois do tal "por favor", mas lá no Rio Grande do Sul passaram a misturar os costumes. E o que nos parece, nossos pais tão nos ouvindo com mais sensibilidade depois desses gestos... - Conta com a mesma virilidade anterior, mas após segundos de terminar seu depoimento, seus olhos crescem lembrando de sua família biológica.
   - Ah bah! Tô aqui comparando deuses com parentes e nem levei a conta sobre o que 'cês têm a papear das suas famílias! Os gajos querem falar dos que te deram cria? Que tal? - Pergunta a mulata com a mão no teclado e a página de índice do livro.

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 02:16 pm

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Eu já me sentia melhor em mexer no computador, não que eu nunca tivesse mexido em um, mas era muito básico o que aprendíamos no colégio e não tínhamos tempo livre pra praticar, ao menos eu que não era de um grupo relacionado à informática. E línguas também estava me sentindo melhor, conseguindo fazer sentenças em inglês com mais facilidade e em português com nem tanta, mas já conseguia entender algumas coisas que a mulata dizia e até falar algumas coisas em sua língua. Seria essa uma facilidade vampírica de assimilar melhor algumas coisas do mundo por sobrevivência? Ximeerra me explicava que de fato não era só ter os símbolos, comentando sobre respeito que deveria ter com eles como pais. -Soo, isso é bem aplicado e ensinado no Japão. -Comentei. Ela voltava a explicar como evocavam tais deuses. -Que complicado... -Falei surpreso com o tanto que tinha que se fazer. Onuris explicou que eu não tinha atrapalhado, mas que ele teve outra ideia e começou a aplicá-la junto com o que ele queria aprender mais. -Soo... Artefato místico seria tipo... Kusanagi uma katana lendária, foi originalmente chamada de Ame-no-Murakumo-no-Tsurugi que significa Espada que Colhe as Nuvens do Céu. De acordo com o livro Kojiki, o deus Suzanoo encontrou a família Kunitsukami, deuses da terra, de luto. Ashinazuchi contou a ele que estava de luto por causa que sua família estava sendo devastada por uma Yamata no Orochi, serpente de oito cabeças. Ela comeu suas oito filhas (que irônico, oito cabeças pra oito filhas...) sobrando apenas uma Kushinada-hime, mas que estava em perigo. Susanoo preparou oito vasos de sake e colocou cada um em oito plataformas individuais de cada um dos oitos portões. Orochi caiu da armadilha e colocou uma das cabeças no vaso de sake. Susanoo aproveitou da distração e cortou cada cabeça com sua espada e depois partiu suas caldas. Quando partiu a quarta cauda, descobriu que tinha uma grande espada dentro do corpo da criatura e a nomeou de Ame-no-Murakumo-no-Tsurugi, dando-a para sua irmã Amaterasu para se desculpar de desentendimentos passados. Depois, no reinado do 12° imperador do Japão, essa espada foi dada ao grande guerreiro Yamato Takeru. -Falei tudo o que tinha pesquisado e acabei chegando sem querer naquela espada.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 02:47 pm

- Todas as religiões fazem uso dessas práticas, pedimos aos espíritos que nos abençoem e nos protejam. É uma pena que muitos hoje em dia não sigam sua Fé como deveriam, mas é um mal do humanos eu acho. Raciocinam demais e negligenciam seu instinto, seu sangue e até mesmo sua cultura. - Diria perante as explanações muito bem feitas da mulata, sorrindo ameno para ela. - Interessante falar da espada, em Wakanda há uma lenda, de que os Deuses depositaram o ouro na minas usando seu poder, e que esse ouro deveria ser extraído somente para trazer fortuna à nação, e não a um único dono ou grupo. E que dentre as peças de ouro nos templos haviam espadas, lanças e escudos feitos de outro, tão resistentes que nenhum outro metal poderia quebra-los. - Comentou com o que o garoto falava, acrescentando mais sobre seu país, tomando o cuidado de mascarar os segredos com o conto lendário. - Segundo esse livro, o maior manuscrito antigo conhecido é o Codex Gigas, também chamado de "Bíblia do Diabo", pois tem uma ilustração de página cheia do próprio inimigo cristão. Ele pesa tanto que é preciso uma dupla para ergue-lo, e é feito com peles de mais de 160 animais, sendo catalogado como do século 13 pelos arqueólogos. Outros indícios apontam que ele deve ter levado trinta anos para ser escrito, porém todas as letras na escrita são uniformes o que deveria indicar um trabalho de poucas horas sem intervalo. Haviam indícios de minérios com enxofre no local também, o que levou religiosos a especular sua origem nefasta. - Finalizou trazendo mais das informações sobre o que pesquisava.


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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 06:25 pm

- Histórias trilocas gajos... - A moça responde com a voz baixa levemente decepcionada de terem ignorado sua última sugestão de um tópico mais pessoal. Entretanto, Ximeerra continua acumulando mais abas em seu navegador com pesquisas sobre as palavras-chave que os dois rapazes citam em suas citações, transcrevendo os endereços url em seu bloco.
   Volta a folear o livro e se depara com o tópico de elementos da natureza no misticismo, e o primeiro elemento a ser abordado pelo livro é a água, a leitora expressa alto interesse e curiosidade e rapidamente lê a primeira página com alta concentração. Ao terminar, abaixa o livro revelando seu rosto para a mesa para discutir o que acabou de ler. - Ooohhh gajos aprocheguem aqui! O quanto que os elementos da natureza importam para suas vidas e cultos? Porque entrei na parte do bagulho que tava esperando tanto! Deixa eu ler esse artigo sobre a ÁGUA pro'cês... - A mulata afobadamente se oferece para citar o texto palavra por palavra dedilhando o ritmo da leitura.
   - “Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Art. 3º da Declaração dos Direitos do Homem.”
   Por esta razão, a Umbanda não poderia deixar de utilizar como um dos seus principais elementos a água em seus trabalhos, possuindo essa uma função importantíssima e indispensável. Pode-se dizer que sem água não haveria Umbanda. Não é a toa que os preto-velhos costumam dizer: “Com um toco de vela e um copo d’água se resolve muita coisa.”
   A água tem o poder de absorver, acumular ou descarregar qualquer vibração. Ela é, portanto, utilizada em trabalhos de cura, descarrego, limpeza, imantação, etc, por ser excelente captadora de energias, possuindo vibração ora positiva, ora negativa, dependendo do emprego que se faça dela. Na Umbanda, ela é utilizada, por exemplo, no amaci, no batismo, na quartinha, no copo de firmeza de Anjo de Guarda.
   As águas em copos nas obrigações significam energia vital, e nos copos junto às velas de Anjo da Guarda ou atrás das portas de entrada, têm a finalidade de atrair para si as energias que por ali passam, atraídas pela Luz ou passando pela porta.

   Uau! Agora o livro revela que as águas de diferentes origens e até movimentos de fluxo representam alguma função para tratamentos e rituais... 'xô ver... RIOS E LAGOS! -
Volta a dedilhar e ler em voz mais alta. - Grande propriedade curadora e equilibradora. Se o rio tiver pouco movimento, quase parado, assim como a lagoa ou mangue, essa água tem uma energia decantadora e curadora. Se o rio for bem movimentado com corredeiras, a energia da água é energética, equilibradora e reparadora. Ai... eu vô começar a carregar garrafinhas vazias comigo... -

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   23/09/18, 11:47 pm

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Em Wakanda tinha muitas lendas, tantas que era surpreendente, mas o Japão também tinha muitas, o que me fazia ficar mais curioso ainda. Como nunca tinha pesquisado aquilo? Achava besteiras quando ouvia alguém falando de deuses ou youkais, nunca tinha me despertado curiosidade, mas ao pesquisar sobre um abria um leque pra outro e outro e quando vi não consegui mais parar, pesquisando no computador mais e mais. O bom de computador de biblioteca era isso, ainda mais de uma instituição de ensino, havia muita informação, tanta que algumas era difícil achar no google e lá tinha. Consegui entender o conceito de inglês, mas português era realmente uma língua cheia de regras e palavras semelhantes, mas com significado diferente. Chegava a dar nó na cabeça as vezes, mas estava conseguindo me virar e já conseguia falar com eles mais fluído e entender melhor, só algumas poucas palavras me faziam ficar em dúvida, mas logo esclareciam. Ximeerra falou sobre a água, era bem interessante aquele ponto de vista, onde a água não servia só pra banho ou matar a sede... -O fogo também tem isso? Digo, nós somos feitos a maior parte de água, como o planeta... Se ela tem tudo isso, de cura e revitalização, o fogo dá o que? -Perguntei curioso enquanto pesquisava sobre outra lenda japonesa enquanto a moça procurava sobre o que perguntei ou outra coisa. -Ame-Furi-Kozo, literalmente "Jovem Molhado", é um youkai japonês. Às vezes, nas noites de chuva, este espirito do tempo inócuo pode ser visto correndo e espirrando, brincando nas poças. Ele aparece como uma criança estranha, carregando uma lanterna de papel e usando um chapéu peculiar a partir dos restos de um guarda-chuva japonês velho. O Ame-Furi-Kozo é dito estar a serviço de Ushi, um deus chinês da precipitação, e, portando, tem o poder de fazer a chuva cair. O termo Ushi é também um título de honra da nobreza. Por vez Ame-Furi-Kozo é referido como Jido, que significa "filhos". Uma interpretação usando um jogo de palavras resulta na seguinte expressão que ajuda a explicar a relação entre nosso youkai e a divindade chinesa Ushi: "um filho empregado por um adulto". -Ditei o que estava escrito no navegador. -Esse é empregado de um deus chinês... Então esse youkai é bom porquê faz chover? -Perguntei ainda confuso com o sentido de bondade e ruindade deles.
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Onúris
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   24/09/18, 12:35 am



De certa forma aquele viagem estava sendo em muitíssimo agradável, e isso transparecia no sorriso do rapaz de pele negra. Tanto Ximeerra como Masako dividiam suas culturas, seus conhecimentos e suas experiências de certa forma, algo notável no brilho da curiosidade em seus olhos. - Isso me lembra as reuniões, temos o hábito de nos reunir a cada mês, na primeira Lua Crescente de cada mês. Contamos histórias e lendas nas fogueiras, estudamos as estrelas, participamos de desafios e lutas. Acabei ficando com saudades de casa. - Comentou demonstrando genuína saudade, e é claro satisfação pelo encontro com os dois. - Acreditamos no poder na natureza e seus elementos, a chuva preenche os rios e lagos com água doce, rega as plantações e remove as impurezas do solo. A luz e o calor do sol carregam a terra e as plantas com a sua força, e esta alimenta a vida de todos os seres. Os ventos movem os rios e as marés, acariciando a terra e permitindo que o homem navegue e que se refresque nos dias quentes. A terra, mãe querida, dá o lar, a caça e a plantação, por isso a respeitamos. Os quatro elementos são sagrados para nós e todos eles são uma única forma, a natureza, a Grande Mãe Umhlaba. Por isso temos uma promessa, de viver em paz com nossos irmãos e irmãs nascidos na Terra. O ouro como eu disse, representa a riqueza espiritual, seu brilho e seu valor, acreditamos que somente terras abençoadas o possuem, e por isso respeitamos seus limites. Dentre as divindades que rezamos, acredito que Tekhait e Sobek sejam aqueles mais ligados à água. Existem estátuas nos templos, estas nas formas de serpente e crocodilo respectivamente e dizem que os mais sensitivos podem ouvir os sussurros dos Deuses. - Explicaria mais sobre sua cultura, pelo menos a parte que podia, seria estranho falar de metamorfos, e um Bastet guarda seus segredos.


Capacidades escreveu:
- Conhecimento – Artefatos Místicos / Nível 5 – 500/600 exp.
- Conhecimento – Geologia / Nível 5 – 500/600 exp.
- Conhecimento – História / Nível 5 – 500/600 exp.

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Ximeerra
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   24/09/18, 08:22 pm

- Fogo né? Heh heh... essa brasa me lembra da minha maninha mais caçula, ela segue os ensinamentos do Pai Xangô! - Após fofocar sobre um membro de família, a moça folheia o sub-tópico relacionado ao elemento Fogo. Enquanto lê o texto, a revisão da informação que o livro divulga incentiva a mulata a analisar concentradamente em ambos rapazes, principalmente em Onúris, que a leva ter leves suspeitas à respeito de suas condutas.
   Permanecendo a intensão de abordar para a curiosidade de Masako, começa a ler o texto fielmente à sua linguagem. - É considerado o símbolo da própria alma e vidas humanas. É ao mesmo tempo visíveis e invisíveis, discernível e inservível, uma flama etérea e espiritual que se manifesta através de uma flama substancial e material.
   Esotericamente, é a representação ou reflexo mais perfeito na chama uma, o principio divino que é, por sua vez, e como conceito, o mais alto símbolo de toda humanidade. O fogo representa a vida e a morte, a origem e o fim de todas as coisas, e nesse sentido é um dos mais importantes emblemas de transformação e regeneração. Como sinônimo de vida, o fogo tem muitos aspectos: pode ser encontrado tanto no nível da paixão animal e do erotismo, o fogo da paixão, como no nível dos mais ingentes esforços espirituais. Ele alcança e transcende o plano do bem, o calor e energia vital e o plano do mal, a destruição e conflito, tendo a função de purificador supremo, como no caso das cremações ritualísticas de cadáveres.
   A Umbanda considera, dentre os quatro elementos, que o fogo é o mais enigmático e surpreendente, pois sua energia e extremamente poderosa. A essência ígnea não se mostra com tanta evidencia como ocorre nos outros três elementos, pois no mundo visível o fogo só se mostra em sua forma luminígena. Apenas esta modalidade é comumente chamada de fogo.
   Pela mítica, o fogo é um elemento com duração na potencia. Em outras palavras, pode-se dizer que ele preexiste as suas manifestações nas modalidades sutis de manifestação do fogo, cuja percepção se dá através de emoções e de imagens anímicas. Além disso, o fogo, enquanto símbolo, tem enorme amplitude: significa divino, energia motora cósmica, energia sexual cujo sentido este bastante nítido no sincretismo fogo-serpente a que os hindus chamam de Kundalini, a força latente responsável pela atividade sexual e pela consciência superior. E finalmente a afetividade, compreendendo a ternura e a agressão.
   O fogo da vela simboliza a ligação matéria-espirito, homem-Deus. No corpo humano, o fogo se manifesta não só pela temperatura do corpo como também pelas manifestações emotivas e psíquicas. Seu símbolo gráfico é o corisco, ou o fogo que vem do alto, do céu ou de Deus. -

   Ximeerra finaliza sua leitura, já folheando para o próximo elemento e observando a mesa se há interesse por mais citações em voz alta sobre o conteúdo. - Ai... lendo essa conduta do fogo me faz ficar ainda mais curiosa quanto à diferença espiritual entre minha caçula e eu... - Comenta refletidamente.

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- Conhecimento – Informática/Nível 5 - 500/600 EXP.
- Conhecimento – Literatura/Nível 5 - 500/600 EXP.
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Masako Sun
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   24/09/18, 11:52 pm

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- Conhecimento – Informática – Nv. 5 (500 / 600)
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- Conhecimento – Sobrenatural – Nv. 4 (400 / 500)

Onuris falava em termos o que eu queria, como ele sabia e via aquele assunto, referente às suas tradições, o que era muito interessante também. Quando Ximeerra começou a me explicar sobre o fogo, passei a entender o porquê ele nos fazer tanto mal. No caso deles o fogo dava a vida e no nosso trazia a morte. -Ow... Parece ser um elemento bem forte. -Comentei ao final da explicação dela. -Achei algo interessante aqui... Complementa outro o Yatagarasu, mas não diretamente relacionado... Eu acho... Bem. -Fiz uma pausa pra começar a ler e traduzir pra ela, já que Onuris sabia ler japonês. -Ama-no-Zako, literalmente "Princesa-Besta Celestial", por vezes conhecido como "Oposto de Tudo" ou "Divindade Tengu" é um monstruoso deus mencionado no Kujiki (antigo texto japonês). Segundo as lendas esta divindade nasceu do vomito de outro deus, chamado Susanoo. Certa vez Susanoo encheu seu espirito de ferocidade até que em certo momento vomitou este sentimento para fora de seu corpo, dando origem ao Ama-no-Zako. Está criatura é descrita com uma cabeça de besta, nariz alongado, orelhas longas, grandes presas que podem destruir metal e a incrível habilidade de voar. Esta feroz divindade fêmea é considerada o ancestral de criaturas como Ama-no-Jaku e o Tengu... -Terminei olhando pra Ximeerra. -Você pareceu gostar do outro corvo... -Comentei pesquisando o outro nome. -Ama-no-Jaku ou Amanjaku, literalmente "Demônio Mau do Céu" ou "Espirito Celestial do Mal", é um youkai do folclore japonês semelhante ao Oni. Na realidade está criatura é descrita como uma espécie de Oni pequeno. O Ama-no-Jaku, por vezes, possui capacidade de provocar desejos sombrios e assim instigar pessoas a cometer atos perversos. Alguns descrevem o Ama-no-Jaku como o próprio espirito da contrariedade e perversidade. Outra habilidade destes seres sombrios são a capacidade de ler mentes humanas. Sua vida gira em torno de atormentar e frustar pessoas. Uma das aparições mais conhecidas desta criatura é conto sobre a Uriko-hime ("Princesa Melão"). Nesta história a princesa é devorada no dia de seu casamento por um Ama-no-Jaku, a criatura utiliza da pela esfolada da princesa para representa-la no casamento, até que o demônio é descoberto e espancado até a morte. É dito que o Ama-no-Jaku seja derivado da divindade xintoísta Amanosagume. Divindade perversa que compartilha a natureza contrária e a capacidade de ver o coração de uma pessoa do Ama-no-Jaku, por vezes chamada de "Um Demônio Muito Pervertido". -Parei de ler e olhei pra ambos. -Não tem nada a ver com o anterior... -Falei um tanto irritado com aquilo, fora que tinham muitas coisas ruins ali. -Não gostei... -Falei por fim passando pros programas do computador pra treinar mais, abrindo o MSDOS e testando os códigos.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   25/09/18, 12:22 am

T'Challa reparou nas reações da moça, verdadeiramente interessantes, cada vez mais digna de ter seu segredo descoberto, mas ele próprio queria brincar com aquilo, e sabia exatamente como proceder, e ainda na sequência ajudar o menino Masako em seus estudos. - Já que o jovem Masako trouxe o tema de corvos... Existe uma lenda a respeito do Corvo Branco, derivada da mitologia Tlingit do Alasca. No começo do mundo, só havia escuridão. Durante esse período havia um velho homem chamado de Avô e uma jovem menina chamada de Neta. O Avô tinha em sua posse um grande baú, e dentro dele estavam o sol, a lua, as estrelas, mas também doenças, fome, pestes e todo tipo de coisa, que livres poderiam destruir o mundo. Sendo assim, o baú jamais seria aberto, mas um dia, um corvo branco, um espírito trapaceiro, adentrou a casa deles pela chaminé, e roubou a caixa. Quando a abriu, tudo que havia lá fugiu, porém o sol era tão forte e brilhante, que mesmo ardendo em chamas o corvo ficou maravilhado com sua beleza. Mais tarde o avô resgatou a caixa, mas era tarde, tudo estava solto, e o corvo antes branco, agora era negro de fuligem da chaminé e de suas penas chamuscadas. - Ele havia tido a liberdade de encurtar a história, bem como não a falou corretamente, mas tiraria uma dúvida ali pela reação da mulata. Tendo contado isso ele leria mais sobre as formações geológicas, enquanto esperava colher os frutos de seu enigma, digno das reuniões Bastet.


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MensagemAssunto: Re: Faculdade   

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