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 Faculdade

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   25/09/18, 06:39 pm

A moça se sente aglomerada com a anomalia de atenção quanto à família corvidae em mitologias, e demonstra uma expressão de suspeita que estejam suspeitando dela primeiramente. Ximeerra não tem certeza de como reagir quanto a sua natureza ser abordada ou exposta de si, apenas abre a impressão de que os dois estejam curiosos porém com um certo nível de afinidade na gaúcha que vos fala. - Ihhh...tavamos falando de elementos da natureza e do nada trocamos pra passarinhos que batem rango na carniça? To com os butiá do bolso caído nesse grupo de estudo! Huhuhu... - A mulata se expressa risonhamente e volta a pesquisar avulsamente por mais fontes sobre ambas prosas citadas pelos rapazes.
   Com mínimo de sucesso quanto às criaturas relacionadas à Ama-no-Zako e Ama-no-jaku, porém sem fontes citando palavra por palavra o conto do Corvo Branco que Onúris abordou. Melena passa a acreditar que a história não foi algo concreto e sim algum tipo de figura de linguagem, usando tal personagem com um desfecho deveras familiar ao conhecimento da gaúcha corvinata, porém sobre circunstâncias completamente diferentes. A moça leva à desconfiança de que o mulato também deva conhecer mais sobre o enredo dos metamorfos e queira tirar alguma reação da mesa.
   - Histórias trilocas...mas não acho dessa do corvo branco... - A moça cobre os lábios apoiando com as mãos e olha os resultados de pesquisa de forma pensativa. - Mas sabe...isso me soa mais uma história moral de como a curiosidade matou o gato, não é mesmo? Mas aqui esse corvo só avistou o ouro e nada das arapucas armadas pra ele...ou tô errada? - Comenta voltando o olhar a Onúris. - "Ai ai Santo Hélio..." - Reflete deslocando o olhar para o livro, folheando a próxima página.

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   26/09/18, 02:38 am

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- Conhecimento – Sobrenatural – Nv. 4 (450 / 500)

Onuris voltou a falar, desta vez contou uma história de um corvo branco que no final acabou se tornando negro... -Então... O corvo branco era mal e no fim apesar de sua cor ele vira bom? Não entendi muito bem a história. -Comentei confuso, talvez pelo uso das metáforas? Era isso? -Essa caixa seria Pandora? -Perguntei lembrando de tal lenda, mas só por ouvir dizer mesmo. -Caixa de Pandora é um artefato da mitologia grega, tirada do mito da criação de Pandora, que foi a primeira mulher criada por Zeus. A "caixa" era na verdade um grande jarro dado a Pandora, que continha todos os males do mundo. Pandora abre o Jarro, deixando escapar todos os males do mundo, menos a "esperança". A esperança pode ser vista como um mal da humanidade, pois traz uma ideia superficial acerca do futuro. Este artefato aparece na literatura em português como Caixa de Pandora, termo mais utilizado, ou também como Jarro de Pandora, utilizado em algumas partes do Brasil. O principal motivo da criação de Pandora, segundo a mitologia greco-romana, seria de que Prometeu roubou o fogo do monte Olimpo e levou ao mundo humano, contrariando a vontade de Zeus. Pandora foi criada com um único defeito, a curiosidade. Zeus criou a caixa porque sabia que um dia, a vontade de Pandora a levaria a abrir a caixa e libertar o mal ao mundo humano, castigando-os pelo fogo que haviam recebido contra sua vontade. -Li para eles, que deviam conhecer tal lenda, não era um mistério e muito ouvida em filmes famosos. Já conseguia traduzir do português pro japonês, com alguns poucos erros, sendo mais simples do japonês pro inglês. Além de voltar com os códigos, treinando em como construir um sistema simples de contas.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   26/09/18, 10:35 am



- O Corvo Branco buscou apenas o que queria, não viu o risco, nem o que poderia dar errado. É um conto que nos ensina sobre o cuidado com nossas ações, e a não julgar as aparências. Normalmente aquilo que é branco é bom, e aquilo que é negro é mal, são rótulos que vão além de racismo, são culturais. - Explicaria aos companheiros, de certa forma decepcionado com a falta de entendimento deles, mas com um tom e uma expressão complacentes, como se quisesse realmente ensina-los. - A Caixa de Pandora, realmente uma alusão bela da curiosidade, e que é presente como vimos em outras culturas, e não na grega apenas. - Contribui com um sorriso para Masako. - Apesar de geologia, das formações dos minérios que se originam do magma resfriado e sedimentado, em Wakanda dizemos que "Ela sentou-se nesse novo mundo, penteando seus cabelos com os próprios dedos, e seus cachos transformaram-se em rios e mares. Suas mãos então passaram pela terra e esta tornou-se abundante em verde, repleta de grama, árvores e flores." - Ele citaria a história de seu povo, a segunda parte de seu enigma para a mulata, queria atiça-la a descobrir que falava da Mãe Gaia, mas seria fácil demais se ele apenas citasse tal nome. - Umhlaba em zulu, Dunia em suaíle, Aarde em africâner, Gi em grego, Terra em latim e português, Mut no Egito, significando neste último Mãe, pois para nós de Wakanda é a Grande Mãe de todos os homens e feras. - O toque final estava dado, se ela fosse Filha de Gaia a ficha cairia, cedo ou tarde.


Capacidades escreveu:
- Conhecimento – Artefatos Místicos / Nível 6 – 600/700 exp.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   26/09/18, 05:27 pm

- Ah...sim, essa caixa...como eu pude esquecer... - Ximeerra balança a cabeça eliminando seu desnorteamento em relação à mensagem da história. A seguir, com a citação em prosa da origem do meio ambiente através dos arredores corporais de uma mulher e com as traduções linguísticas da palavra "terra" feitas por Onúris, a moça reage de forma espantosa, mais pelo fato que sua suspeita a respeito do status racial do mulato só aumentou estonteantemente, principalmente no jeito de falar e se comportar do mesmo, também trazendo à sua mente sobre a fauna e cultura africana. O nome "Gaia" brotou em sua mente, trazendo o mesmo sentimento de responsabilidade e propósito frequente para a estudante, e assim a confeccionou uma expressão séria e intrêmula. - Huuuum...então...já que galopamos pra cá...que tal ouvirmos sobre o elemento terra...Daren? - A gaúcha pergunta em um tom contestador, sendo que a mesma era retórica, já que não hesita de fazer a leitura em voz alta do próximo tópico sem esperar aclamações.
   - Elemento da natureza considerado passivo e feminino. Tem duas partes essenciais, sendo a interior fixa, terrena, imóvel e virtual. Este elemento se manifesta de forma sólida e a ele e atribuída a propriedade de receber descargas etéreas e matérias. Tomado como limite espacial, apresenta-se como a vestimenta envolvente da materialidade.
   Elemento mágico de transformação, a terra mantém guardados, em seu interior, os segredos da purificação pela transformação agindo como filtro magnético que retém a impureza e liberta a pureza, afim de que o impuro se transforme pelo fogo e volte ao estado primitivo, mantendo-se do lado oposto do agente liberado, fazendo permanecer o equilíbrio.
   Todos os minerais pertencem ao elemento terra e são encontradas nos mais diversos tipos, formas e combinações de moléculas, inclusive algumas que ainda estão em fase de transformação; por geram espontaneamente uma energia tão forte que o simples contato ou aproximação dos outros seres os envolve no seu campo magnético e os domina levando-os a destruição de suas moléculas, ou seja, radioatividade.
   Na Umbanda, o elemento terra representa a energia capaz de aliviar as pessoas das cargas dirigidas por alguém e alguma coisa. No seio da terra esta o mistério da vida e da morte, onde a semente adquire a força vital para nascer e transformação do corpo se processa na decomposição ou simplesmente onde se morre. A sua capacidade é de atração e transformação; como exemplo, temos a pedra que é do elemento terra e que representa o símbolo da unidade, da durabilidade e da força estática. A terra representa também a solidificação do ritmo criador, que é o contrario do ritmo biológico, pois este é submetido às leis de mudança, decadência e morte.
   No corpo humano está representado pelo sais minerais que fortificam o corpo e o agente vital. Sua simbologia gráfica é a cruz, que ‘e o signo de sua crucificação e da do homem. -

   Após a leitura, a mulata pausa seu folheamento e finalmente passa a esperar pelas aclamações de seus colegas.

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   27/09/18, 12:50 am

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-Ah soo... -Murmurei um pouco decepcionado com aquilo que Onuris disse, mas de fato não pensei naquilo... -Nunca tinha pensado sobre racismo, mas é difícil ver negros no meu país... Mais turistas, mas normalmente não somos mal educados. Eu trabalhava numa cafeteria, e alguns turistas apareciam por lá... Mas respeito não tem muito a ver com racismo né... Acho que não tem bem isso no nosso vocabulário... Acho que poderia ser considerado preconceito o fato de sermos tão tradicionais e patriotas ao ponto de não aceitarmos casamentos de japonês com outra nacionalidade... Mas eu vejo mais isso como "manter a cultura forte e o sangue"... -Comentei e ele logo começou a falar sobre a terra, mãe na cultura dele. Era bem interessante o jeito que ele falava, quase um conto. Depois dele foi a vez de Ximeerra que emendou aquela explicação sobre a terra, falando de um jeito mais científico e mágico. Ambos eram bem interessantes. -Você disse sobre homens e feras... E os meio a meio? -Perguntei curioso quanto aquilo. Eu já conhecia os metamorfos e estudar um pouco sobre eles não faria mal, faria? Nem sabia se seriam considerados sobrenatural, mas deviam entrar na lista. Enquanto isso dava uma pesquisada naquilo, tentando achar algo mais físico e menos viagem.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   27/09/18, 01:12 am

- Nascido na Noite?? - Murmuraria sem entender a mulata, apenas pensando no que aquele nome significava em nigeriano. - Não gosto tanto da lua como os cães. - Diria na sequência apenas para atiça-la mais, nesse momento em que começaria a farejar sutilmente o ar, em busca de odores diferenciados, porém em sua concentração perceberia algo inusitado. A respiração bem como o batimento cardíaco do jovem Masako eram nulos, e com sua pouca experiência com seres da noite só poderia significar um vampiro. Ele ouviu às falas dos dois, enquanto ainda lia sobre os fenômenos geológicos, agora o livro falava sobre as placas tectônicas, mas logo uma pergunta de Masako o faria arregalar brevemente os olhos e parar a leitura. - Curioso como um gato? - Brincaria olhando para o rapaz, deixando seus olhos mudarem de negros para amarelos e com íris felina por um breve instante, apenas o suficiente para provocar dúvidas da realidade ao jovem morto-vivo, ou fazê-lo entender que lidava com algo sobrenatural também. - Me recordo de ter estudado itens que segundo lendas transformavam seus portadores em lobisomens, se bem que isso pode parecer um pouco estranho para os padrões de alguns. - A cartada final, quer a mulata entendesse as dicas, ou visse a mudança súbita em seus olhos, estaria claro a qualquer um com o mínimo de intelecto que ele não era humano. - Já ouviu falar da Tribo Mukunguru da África, Melena?


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MensagemAssunto: Re: Faculdade   27/09/18, 10:25 pm

Música Tema - Miscigenado Contra o Mundo

- Ah ié...racismo...heh, eu até que sofri disso desde guria, mesmo a miscigenação existindo os preconceitos permanecem de um jeito ou de outro. O povo gaúcho costuma ser alegre e eufórico, mas têm suas maçãs podres. Minha mãe peleou contra isso desde que veio pra cá... - Aborda a gaúcha com um tom maduro para a mesa. Ao finalizar a sentença e prestes a abordar mais sobre sua vida, se interrompe com as perguntas relacionadas a metamorfos. Ao prestar atenção nas reações faciais de seus colegas, percebe a súbita mudança nos olhos de Onúris, confirmando sua suspeita de que o mesmo seja como a moça, mas de espécie felina devida semelhança dos olhos amarelos com íris diferenciada do animal em questão.
   A discussão volta para a espécie e família da mulata. - Mas é claro meu gajo, até porque nasci de uma nativa deles! - Com uma irônica segurança, sorrindo para seus colegas, por um breve segundo seus olhos se alteram de azuis celestes para negros como o vácuo, semelhantes aos de uma ave da família corvidae. - Vivi de histórias desses nativos desde muleca, minha mãe não parava bater papo sobre esses mulatos. Contava que são gajos de correio de Ahadi e também alguns celebravam os orixás como euzinha, e tavam vivendo numa crise social e informativa por causa de novas pragas e fome...colocando numa casca de noz, é isso que sei. - Enquanto abria o jogo, a moça pesquisa mais afundo sobre a tribo Makunguru, mas sem sucesso. - Eita tchê! Eles continuam não existindo para o mundo?! Que exclusão é essa?! - Questiona incrédula quanto à falta de informação online e até mesmo no índice dos tópicos do livro sobre misticismo em tais grupos sociais.

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   28/09/18, 12:43 am

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Onuris parecia não ter entendido algo, e nem eu mesmo entendia, apesar de pra mim aquilo tivesse outro significado. Logo ele comentou de cães e que não gostava de lua como eles, mas por que estaria se comparando à um cão? Isso me deixou com a pulga atrás da orelha, e assim que ele me perguntou sobre a curiosidade de gatos, seus olhos mudaram literalmente pra de gatos e devo dizer que meu instinto foi pular pra longe, derrubando a cadeira que estava sentado. -Oi... Vocês dois são metamorfos? -Perguntei diretamente um tanto incomodado. -Olha, não quero briga, só estou estudando. -Diria ainda longe dos dois e quando me aproximasse não seria mais no meio deles. -Droga... Se eu fosse normal teria infartado... -Comentei respirando fundo apesar de não precisar. Ximeerra também estava com seus olhos diferentes o que me fez desviar os olhos do dela, eram um tanto desconfortáveis.... -Isso explica você gostar tanto de corvos... -Arrumei a cadeira caída e sentei nela novamente, ainda indignado e fiquei um tanto desconfiado deles. -Conheço alguns metamorfos... Um é um tigre e o outro uma kitsune.  -Expliquei como sabia sobre eles. -Eu namorava a kitsune quando eu era normal, depois que me abraçaram o tigre me jurou de morte morrida, se me entende. Ele é tipo um guarda costas dela, que aparentemente é uma princesa. -Expliquei melhor minha situação, mas esperava que eles não fossem tão porras loucas como aquele tigre. -Izanami (aquela que convida) e Izanagi (aquele que é convidado) eram deuses que representavam o Céu e a Terra, e foram eles os criadores de Oyashima (as grandes oito ilha do arquipélago japonês). Também criaram o Sol, a Lua, as tempestades e outros fenômenos naturais além de serem os responsáveis ​​pelo nascimento de outros deuses e da civilização japonesa como um todo. Naqueles tempos primórdios, só existia um oceano de caos. Kunitokotachi, o governante eterno da terra, apareceu da massa borbulhante com duas divindades subordinadas. Desses deuses nasceram Izanagi e sua irmã (futura esposa) Izanami, considerados enviados dos céus. Depois de criar uma ilha utilizando um arpão, ali estabeleceram um lar e criaram uma coluna sagrada. Caminhando em direções opostas ao redor da coluna, o casal se encontrou e Izanami elogiou a beleza de Izanagi. Então se casaram e o primeiro filho que nasceu foi um monstro; o segundo, uma ilha. O casal então pediu explicações aos deuses que lhes informaram que a iniciativa do encontro sexual tinha que partir de Izanagi e não de Izanami, como vinha ocorrendo até então. Seguindo essa orientação, tiveram mais filhos, não só as ilhas que formam o Japão, como inúmeras divindades. O último a nascer dessa união foi Kagutsuchi, o deus do fogo, que acabou queimando Izanami, provocando sua morte. Do vômito, da urina e dos excrementos da deusa ao morrer, nasceram outros deuses. Izanagi ficou tão furioso com o filho, que o decapitou com a espada. Das gotas de sangue de Kagutsuchi (deus do fogo) que caíram da espada nasceram oito deuses e do corpo sem cabeça de Kagutsuchi surgiram mais oito divindades da montanha. Inconsolável com a morte de Izanami e como ainda não tinham acabado com o trabalho de criação da terra, Izanagi se dirigiu até a “terra das melancolias” (yomotsu-kuni) para tentar resgatar sua esposa. Ela o recebeu na porta dos infernos e pediu-lhe que esperasse ali enquanto organizava sua liberação dos poderes da morte, proibindo-o que entrasse e a olhasse de perto. Com saudades de sua mulher, Izanagi não esperou e acendendo uma tocha, penetrou na terra da melancolia e teve a horrível visão de Izanami em plena decomposição, e em volta vermes retorcidos e serpentes. Sentindo-se humilhada, a deusa mandou soldados do inferno, mulheres horríveis e deuses do trovão para que despedaçassem Izanagi, mas este conseguiu repelir os demônios e fugir. Ao final, Izanami saiu da cova e se divorciou do marido, retornando depois para o inferno, cuja porta foi fechada com uma enorme rocha, separando definitivamente o mundo dos vivos com a dos mortos. Izanami se sentiu desonrado pelo acontecido e foi se purificar no mar. Ao tirar a roupa e seus objetos pessoais, estes se converteram em deuses e deusas. A sujeira que saiu no banho se transformou em outros deuses malignos, forçando Izanagi a criar deidades marinhas para manter o equilíbrio. Ao lavar o rosto, de seu olho esquerdo nasceu Amaterasu, a deusa do sol, do seu olho direito, Tsuki-yomi, o deus da lua, e do seu nariz Susanoo, o deus da tempestade. A deusa Amaterasu herdaria os céus, Tsukuyomi tomaria o controle da noite e Susanoo seria o deus da tempestade e dos mares. -Ditei lendo de um site japonês de história e contos de época.
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   28/09/18, 01:17 am



- Os Makunguru são os Corax da África, são os olhos e ouvidos de Wakanda. O Ahadi é o governo do meu país, existe um Rei, mas ele é escolhido pelo conselho das Tribos, pode chamar de uma monarquia dentro de uma democracia representativa. - Responde à mulata com um sorriso de satisfação, dando uma breve risada na sequência. - Alguns segredos são melhores guardados. - Dizia pouco antes do jovem se exaltar, saltando da cadeira e bradando sobre seu desgosto. - Sim, mas fale baixo, não precisa anunciar. - Responderia olhando para ele de forma amena. - Muitos veem as Crias de Caim como crias da Wyrm, não posso culpa-los, os hábitos de vocês demonstram corrupção e destruição, porém eu não sou um selvagem, não irei jura-te de morte nem atacar sem uma boa razão. - Daria sua verdadeira visão daquele assunto, ele como qualquer bom Bastet desgostava dos Asura, mas o garoto parecia educado e de boa índole, não teria porque fazer dele um inimigo, e deixaria isso claro na forma como falava e o olhava. - A vida que emerge da Divindade... É algo bem recorrente na sua cultura como na nossa... Se você souber aproveitar as lições de vida nisso tudo, não terá porque fazer inimigos entre os Fera... - Concluiria sorrindo após ouvir atento as explicações de ambos. - Uma das história antigas fala de como Sekhmet a Leoa Vingadora exterminou humanos, demônios e espíritos com uma fúria incontrolável, até que Rá o Deus Sol teceu um tapete de tiras vermelhas para ela se deitar e a embebedou de vinho, e ao fim da tarde a leoa tornou-se uma gata, Bastet, que seria a mãe de toda a raça dos gatos. Esse seu conhecido, o tigre, ele é da minha raça, mas de uma tribo diferente, com certeza ele deve ser bem focado no trabalho dele, talvez não conheça nada além do serviço de guarda-costas, e talvez nunca tenha a oportunidade de escolher seu destino. - Explanaria por fim, dizendo palavras para que o jovem Masako pensasse a respeito, continuando sua leitura a respeito dos efeitos adversos da movimentação das placas tectônicas, os terremotos.


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MensagemAssunto: Re: Faculdade   29/09/18, 01:25 am

Ximeerra fica chocada com o tanto que o menino vampírico solta sobre suas experiências com metamorfos e seu conhecimento sobre divindades japonesas. - Iiiixi, e eu que achei que era a matraca aqui! Lembra de respirar garoto! - Exclama risonhamente para Masako, sentindo-se ainda mais curiosa sobre o garoto em questão de sua atitude considerando sua raça. Os olhos da moça brilham contemplando a riqueza de cultura que esbanja na mesa de estudo, entra em um estado ofegante do tanto que tem para começar a fofocar.
   Com o turno de evento na mesa tendo tomado um lado mais pessoal, a corvinata suspira para voltar no assunto sobre sua família, assenta-se de forma mais reta na cadeira e não hesita de abordar mais sobre seus pais. - Eu tenho nada pra esconder sobre a minha família, ainda mais de vocês! Numa casca de nós... tudo começou quando meu pai viajou por pura curiosidade para a África, arrastou a asa com as corvinhas de lá, uma delas queria "mais" e "mostrou" mais pro macho, e tiveram um relacionamento fervoso, ele até se afobou de alongar a estadia no continente por mais um mês, e a minha mãe foi mais afobada ainda de seguir o maludo até o Brasil. É muita tesão pra uma ave só, tchê! - Finalizando a última sentença rindo do desenvolvimento da história. - Mas nem tão afobada assim, o pai dela já era fazendeiro nessas terras, não era a primeira vez que a família tinha voado fora da tribo assim. Com os pombinhos pousando na maravilhosa terra gaúcha, e depois de 4 anos de oba-oba, decidiram fazer o Rito do Ovo Fetichista para dar luz pra mim e minhas irmãzinhas, com meu próprio avô materno sendo nosso guarda-costa na Umbra três vezes seguidas! Vovô sempre foi casca-grossa assim! Fui a única que nasceu como uma gralha-azul igualzinha ao meu pai, e minhas caçulas puxando a mãe como gralhas-seminaristas. Esse rito drena muita gnose permanente dos pais, e tenho muito que agradecer a eles por tudo, com meu pai ensinando minha razão artística de viver e um pouco de informática, e minha mãe me introduzindo pra umbanda para ser abraçada pela minha segunda mãe. - A gaúcha discursa com uma tonalidade serena sobre a breve história de seu parentesco com as mãos em seu coração, olhando fixamente para seus colegas e se expressando igualmente para os dois opostos.

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MensagemAssunto: Re: Faculdade   29/09/18, 12:39 pm

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- Conhecimento – Línguas – Nv. 7 (700 / 800)
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Onuris parecia bem diplomático e mais racional que o outro, não me botando logo como um inimigo, mas como alguém com chances de bondade. Sorri pra ele de volta quase mostrando os caninos. -Hai. Levarei como uma lição. -Falei concordando com aquilo que eu lia e começou a falar sobre uma divindade egípcia, pra depois comentar sobre o jovem tigre. -Hum, pode ser... Ele parecia bem fechado pra diálogo. -Comentei lembrando do ocorrido, sem aquela raiva toda de antes. -Gomen, Melena-san, mas eu não respiro. -Comentei baixo pra ela, rindo de leve com o comentário. Ela falou sobre a família dela, e até sobre o meio de reprodução deles, acho que era algo que eu não precisava saber... -Eu venho de uma família simples, meu pai era advogado e minha mãe dona de casa. Bem... não vou dizer como me tiveram... -Comentei um pouco corado, mas não muito por conta da palidez. -Minha vida basicamente era ir pra escola e praticar kenjutsu no grupo de lá, mas depois que fiz 18 anos, comecei a trabalhar numa cafeteria pra ajudar meus pais com as despesas. Seis meses depois, quando eu saía do trabalho tarde da noite vi uma garota passando por dificuldades com um cara... Foi nesse dia que fui abraçado. Não sei como eles estão agora, mas creio que devam estar de luto. -Cortei uma parte, ainda era estranho pra mim falar naquilo. -Ainda estou aprendendo sobre minha nova raça, ou espécie... -Mas não falaria sobre, certamente era algo restrito, já que os humanos poderiam nos caçar e matar, se não outras raças. Fora que eles também não falavam muito sobre a raça deles, então deveriam entender meu lado. -Tártaro na mitologia grega é um dos deuses primordiais. O terceiro dos Deuses Primordiais, também originado por Caos, Tártaro era a representação do inferno e era nele que se encontravam os lugares mais sombrios e profundos do reino de Hades. Era para esse mundo inferior que os inimigos do Olimpo eram enviados para serem punidos e castigados. Foi lá também que os Titãs foram aprisionados. Hades foi uma divindade grega da Antiguidade Clássica, um dos doze deuses do Olimpo. Ele pertence à segunda geração dos deuses gregos, uma vez que é filho de Cronos e Reia. Era irmão das deusas Héstia, Hera e Deméter e dos deuses Poseidon e Zeus. Hades era o deus dos mortos e do submundo, e seu nome se estendia ao reino que governava. Dizem os mitos que após Hades e seus irmãos derrotarem Cronos e os demais titãs, houve uma divisão territorial entre os três deuses. Zeus ficou responsável por comandar o céu. Poseidon se tornou o senhor dos mares e oceanos. Hades, por sua vez, tomou o controle do subterrâneo, do submundo, do mundo inferior. Dentre os seus irmãos, Hades é quem tem o papel de menor importância. Em seu reino ele divide as tarefas com outras divindades, o que o ausenta de todas as ações do submundo. Tânato, personificação da morte, era quem arrebatava os mortais para o mundo inferior de forma tranquila; era muitas vezes ligado a Hipnos, deus do sono. Já as Queres eram divindades responsáveis por levar mortes violentas e dolorosas aos seres humanos. -Falei enquanto traduzia e escrevia no computador, no Word, para depois voltar para o MSDOS, montando alguns cubos na tela através do código.
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Onúris
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6020/6500  (6020/6500)
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360/360  (360/360)
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260/260  (260/260)

MensagemAssunto: Re: Faculdade   29/09/18, 01:43 pm

Onúris não sabia muito sobre a situação dos Makunguru desde que fora para a América, em especial sabia não muito sobre seus rituais, incluindo o de reprodução, mas foi interessante saber daquilo.  - Eu ainda prefiro a maneira tradicional de reprodução. - Comentou rindo um pouco, e logo foi o jovem Masako que falava de sua família. - Eu sou de uma família bem tradicional, meu pai tem muitas expectativas, assim como minha mãe. Aprendi a língua Zulu desde o berço, depois fui aprendendo Suaíli e Inglês que são as outras línguas mais faladas de Wakanda. Consegui uma bolsa por mérito para Cambridge nos Estados Unidos e viajei para lá. Sei me virar bem na cozinha, mas além disso aprendi muitos costumes da tribo, sei caçar, pescar, seguir trilhas e até brigar se precisar. Um costume de algumas tribos como os Zulu e os Masai é de lutar com leões para treinar suas habilidade de combate, se bem que pra nós Simba é como lutar com irmãos. - Comentaria um pouco de sua própria história, sentia-se inclinado a gostar do jovem vampiro, parecia uma pessoa de bem independente de raça, especialmente com sua história de vida. - Tirei doutorado em línguas, mas agora estou estudando arqueologia, gosto muito do passado, da cultura, das religiões. Por isso me interesso também em artefatos místicos e em geologia.


Capacidades escreveu:
- Conhecimento – Artefatos Místicos / Nível 7 – 750/800 exp.
- Conhecimento – Geologia / Nível 7 – 750/800 exp.
- Conhecimento – História / Nível 7 – 750/800 exp.

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Ximeerra
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   29/09/18, 11:00 pm

- Bem, não é a toa! Até onde sei vocês Bastet podem se reproduzir no tchaca tchaca na butchaca mesmo, huhuhuhu! - Comenta rindo ainda mais alto que Onúris sobre o pequeno assunto. - Eu não sei muito sobre vampiros, nem a internet fala muito deles, parece tabú. Mas o que eu sei é que perder alguém que gosta ou ama verdadeiramente dói, ainda mais quando batem as botas com segredos sobre o que o destino aguarda pra eles,  como foi o caso do meu ex-marido com leucemia... - A viúva suspira e engole a dor em sua garganta para continuar o incentivo. - Também sei que vai tudo vai ficar bem pro seu lado, não fique jururu com essa sua nova fase, aprenda sobre ela, você ainda têm cuca pra fazer isso e não se atucanar como muita gente mimada por aí! - A gaúcha sorri para ambos por exporem suas histórias e realidades por pura vontade social, se sente ainda mais incentivada de ser recíproca para fazer o mesmo, principalmente para aquecer o clima e apresentar seu afazer mais recorrente. - Eu cresci com as minhas irmãs também celebrando nos círculos da umbanda e aprendendo música, viramos um conjunto musical na nossa região e tocamos em bares e festas toda semana, comigo sendo a rabequeira do grupo. Mirem aqui! -
   A moça procede o papo rapidamente utilizando uma rede social para abrir uma página pública de um dos bares recentes que realizou um show, assim mostrando imagens e um vídeo de seu conjunto exercendo seu trabalho. - Essa vidinha paga as contas, mas é duro de pealar pra pagar por tecnologia na nossa cidadezinha, tudo de novo é tão caro por lá, tô aqui pra pesquisar mesmo, e preciso aprender a usar esses bagulhos... Entãããão...o que acharam?? - Ximeerra expõe a renda de seu trabalho artístico e sua vontade educacional sobre informática, e jocosamente aguarda a recepção dos rapazes sobre a gravação mostrada. Enquanto abordava, folheava seu livro para o próximo tópico sobre o último elemento a ser discutido.

Capacidades escreveu:
- Conhecimento – Informática/Nível 7 - 750/800 EXP.
- Conhecimento – Literatura/Nível 7 - 750/800 EXP.
- Conhecimento – Magia Arcana/Nível 7 - 750/800 EXP.
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Masako Sun
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2120/2500  (2120/2500)
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290/290  (290/290)
SP SP:
110/110  (110/110)

MensagemAssunto: Re: Faculdade   30/09/18, 02:58 pm

capacidades escreveu:
- Conhecimento – Informática – Nv. 7 (750 / 800)
- Conhecimento – Línguas – Nv. 7 (750 / 800)
- Conhecimento – Sobrenatural – Nv. 6 (650 / 700)

Onuris parecia se abrir um pouco, mesmo ele sabendo que sou um vampiro, o que me fazia gostar mais dele. O que era estranho de pensar era que ele sendo um leão, imagino pelo simba, é mais diplomático e calmo que o tigrinho lá. O que também podia me fazer pensar que ele só conhece seu trabalho, nada mais importa ao redor, só cumprir com seu trabalho. -Oh, você sabe muitas coisas. Quero aproveitar meu tempo pra aprender mais também, já que tempo pra mim não é problema... Eu ainda não sou muito forte, então quero pelo menos contar com a sabedoria pra conseguir sobreviver. -Disse o final sorrindo amarelo com uma mão na cabeça. Logo Ximeerra comentou sobre não ter nada sobre vampiros na net e a olhei. -É, só sobre filmes e jogos... Por isso terei que estudar sobre minha raça nos livros de minha Sire. -Comentei. -Mas sobre vocês também não tem nada da net. -Terminei os olhando. -Hum... Pelo que já ouvi muito, é bem difícil um novato sobreviver viu, por isso quero me fortalecer logo. Ainda mais na época de hoje. -Falei após ela pedir pra que eu ficasse calmo quanto a minha vida nova. Ela tinha uma banda? Olhei curioso pro que ela procurava na net e logo ela mostrou um vídeo com ela e a banda tocando. Um ritmo que nunca ouvi antes. No final aplaudi. -Legal, eu nunca tinha ouvido esse tipo de música. É bem empolgante. -Comentei voltando a olha-la. -Hum... Eu não sei nada sobre a moeda daqui, mas no Japão dá pra viver bem com o que se recebe. -Comentei sorrindo leve. -Há muito tempo, na província de Noto, existiu um samurai chamado Kasamatsu Jingobei. Ele morava em uma bela casa, como era típico de um samurai naquela época. Um dia, sua esposa foi usar o banheiro, e algo estranho aconteceu. Enquanto usava o banheiro, sentiu uma mão alçar-se da escuridão e acariciá-la atrás. Ela contou ao seu marido, que suspeitou ser a travessura de um cão-guaxinim (Tanuki) ou de uma raposa (kitsune). Jingobei pegou sua espada katana e entrou no banheiro se posicionando como se fosse fazer suas necessidades. Enquanto ele estava sobre a latrina, algo se moveu mostrando um braço, coberto de pelos grossos e pretos, estendendo a mão para fora da fossa e começou a fazer movimentos acariciando-o. Com um golpe rápido de sua espada, Jingobei cortou a mão da criatura enquanto esta desaparecia na escuridão. Ele guardou então o membro em uma caixa. Jingobei decepa o braço do monstro - Uma outra versão da lenda conta que a criatura negociou o seu membro amputado em troca de uma fórmula capaz de restaurar um membro perdido. Vários dias depois, três duendes disfarçados de sacerdotes apareceram na casa de Jingobei. Não percebendo sua verdadeira forma, Jingobei convidou-os para entrar. O primeiro sacerdote disse: "Há uma estranha presença nesta casa ..." Jingobei trouxe a caixa e mostrou-lhes a mão. O segundo sacerdote disse: "Esta é a mão de uma criatura conhecida como Kurote que vive nos banheiros dos seres humanos." O terceiro sacerdote examinou a mão de perto e rosnou: "Esta é a minha mão que você cortou do meu braço!" Ele imediatamente se transformou em um monstro de pelos negros de 3 metros de altura. Ele pegou a mão e em seguida, todos os três sacerdotes desapareceram. Algum tempo depois, enquanto Jingobei estava voltando para casa tarde da noite, algo como um lençol caiu do céu em cima dele. Embrulhado e incapaz de se mover, Jingobei foi levantado a 2 metros no ar e em seguida, bateu violentamente no chão. Quando voltou a si, Jingobei percebeu que a espada que ele carregava em seu cinto e que ele usou para cortar a mão do kurote havia desaparecido. -Contei a história voltando a falar do sobrenatural de minha terra. Seria difícil estudar algum de outra? -Onuris-san, você conhece algo sobrenatural que não seja Japonês? -Perguntei curioso com novos horizontes. Enquanto isso escrevia no computador passando de uma língua pra outra mais facilmente que antes, me dando uma animada com aquela melhora.
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mestrej
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   30/09/18, 08:27 pm

Robert Kirkland Langstrom ficou ali esperando os seus próximos alunos, porem os mesmos pareciam estar atrasados e logo ele recebeu uma mensagem cancelando a aula, sem saber o que fazer a seguir ele caminhou um pouco pela biblioteca até que encontrou uma pasta com uma interrogação na capa abandonada em uma mesa.
Estranhando aquela pasta Robert pegou a mesma e viu um arquivo com múltiplos deda-lhes de uma espada magica misteriosa e venenosa, com uma historia desconhecida, mas com uma grande variedade de características químicas estranhas, algumas explicações misticas que garantiam que a espada mantinha suas propriedades sem se deteriorar, alem de algumas características sobre a arma em si.
-mas o que é isso e o que faz aqui?

-Conhecimento – Artefatos Místicos- Nível 2 –> Nível 4
-Conhecimento – Química- Nível 2 –> Nível 4
-Conhecimento – Armas Brancas- Nível 0 –> Nível 2
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MensagemAssunto: Re: Faculdade   

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