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 Capítulo 1: Os contos que são reais

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Masako Sun
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 01:07 am

-Ah, soo... -Comentei em resposta ao que ela me dizia sobre Amiri com certa surpresa. Não esperava que sentíssemos cansaço... -Ato? Não, ela só me explicava minha missão. -Respondi deixando claro que não era nada além daquilo meu interesse na garota. -Ah, ela já viu algo... Mas não tenho porquê esconder nada. -Disse de forma simples como pensava, não se importava com o que ela via ou veria. -Isso explica muita coisa... -O fato delas serem bem parecidas e terem o cheiro semelhante ou igual, era o fato de serem irmãs. -Motorista? Não sei dirigir, mas eu tenho 18 anos... -Comentei não muito contente pelo novinho dela. Ela era bem diferente da outra garota, chegando bem próxima de mim e fazendo aquela sensação de excitação querer voltar. -Tá... -Não era como se eu tivesse escolha, era? -Você me explica no caminho. -Falei aceitando a tal missão dela, parecia menos arriscada que a do traidor. Iria segui-la pra podermos ir no tal banco.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 09:19 am



- Muito bem gatinho, vamos. - Diria ela rindo e fazendo sinal de vem cá com o indicador direito enquanto andava rebolativa para a parte dos fundos do balcão. Eles passariam pela cozinha impecavelmente limpa e organizada, até que chegaria a uma porta que dava para os fundos do bar, num estacionamento pequeno onde havia um furgão preto. - O meu carniçal é funcionário do banco de sangue, ele vai facilitar a entrada lá, mas o restante da staff do hospital não tem nada a ver conosco, não mate ninguém, não faça alvoroço, você entra, pega a mercadoria e sai sem ser percebido por ninguém. O banco de sangue fica no andar de baixo da clínica do pronto socorro. - Alice explicou de forma simples e direta conforme entrava no furgão e já colocava o cinto de segurança. - Opa... Marcha errada... - Dizia ela rindo e o olhando assanhadamente, pois assim que deu partida no carro e ia engatar a ré, agarrou por engano o que havia ainda rijo no meio das pernas de Masako. Eles não demorariam para chegar no hospital, e havia pouquíssimo movimento do lado de fora. - Você sabe usar Disciplinas, né? - Indagaria parando o carro na segunda esquiva depois do hospital.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 01:52 pm

Será que todas as vampiras eram assim? Suspirei enquanto seguia ela pra dentro do balcão e passávamos por dentro da cozinha. Pra minha surpresa era tudo muito bem organizado e limpo, não que eu achasse o contrário... Chegamos numa porta dos fundos e lá, um tipo de furgão estava parado. Ela deu as instruções e a olhei desconfiado. -Vamos roubar sangue? -Perguntei não gostando muito daquilo. -O príncipe partilha disso? -Seguiria ela após sua resposta e entraria no carro com ela e botaria o cinto. Gemi quase pulando pra trás quando ela tocou-me numa parte sensível que até então estava acordada e olhei feio pra ela. -Errou né... -Nisso ela deu a partida e fomos na direção do hospital. Se meu coração batesse estaria na minha garganta certamente, mas não... Eu estava calmo, tão calmo que chegava a me assustar. -Disciplinas? -Perguntei a ela assim que chegamos lá. -O que seria isso? -Esperava que não fosse nada complicado e que fosse útil lá dentro. Eu não podia fazer nada além de tentar me esgueirar pra não ser visto... Não era algo muito ao meu favor.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 03:53 pm



- É zoeira né? - Ela olhou enfezada para ele. - Como assim você nem sabe que o que são Disciplinas, foi Abraçado quando, ontem? - Indagou ela em deboche rindo. - As Disciplinas são poderes dos Cainitas, dos Vampiros, e representam muitas coisas. Depois do Abraço e junto com a Maldição, as Disciplinas são naturais, basta se concentrar e usar o poder do sangue que vai conseguir usa-las. Batendo o olho em você, acho que é Toreador, Bushi, ou algo assim. Quando estiver conversando com alguém tente se concentrar bastante, pense em como a pessoa tem que concordar com você, talvez consiga usar Fascínio de primeira, se falhar minta como um condenado, engane, arrombe, roube, não importa o que tenha que fazer, para nós é viver a não vida ou morrer a morte final. - Ela explicaria da forma dela, dava pra notar que ela o olhava diferente quando falou alguns daqueles nomes, talvez fosse como a irmã, uma vidente ou algo assim. - Agora vamos logo que não temos a noite toda, xô! - Rapidamente ela se inclinaria sobre ele colocando os seios em cima do seu colo, abrindo a porta da van e fazendo sinal para que saísse logo.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 04:21 pm

Olhei pra ela quando perguntou se eu brincava com o que tinha dito, e neguei com a cabeça. -Parece que está desinformada... Eu fui Abraçado ontem, ou hoje mais cedo... -Respondi contrariado cruzando os braços. -Sua irmã sabia disso. -Comentei voltando a olhá-la e esperando que ela explicasse o que era aquilo e como fazia. -Tore o que? Bushi? Não sei o que acha que sou, mas acho que será uma incógnita isso já que quem me Abraçou sumiu. -Falei irritado. ótimo, agora tinha tipos de vampiros também... -Você não é vidente também, não né? -Perguntei temendo por aquilo, mas se ela tivesse visto algo de errado nem teria me levado lá não? Mas ela nem sabia que eu era novo naquilo, será que era mesmo vidente? -Ok, ok... -Ela se pirulitava pra cima de mim pra abrir a porta e me fazer sair do carro. Nem digo minha cara quando a vi com os seios sem cima do meu colo, mas tentei sair o mais rápido que consegui. Era estranho aquilo tudo... Estava acostumado em ser discreto e a cultura japonesa de quase não encostar no outro, e ali tudo parecia inverter. -Eu bato na porta? -Perguntei sem ver o tal carinha que ela mencionou que trabalhava lá. Fosse o que fosse, me aproximaria da porta esperando que ele aparecesse logo, caso contrário bateria bem de leve na porta com um dedo três vezes, se ninguém abrisse iria abrir uma fresta pra espiar e quem sabe entrar se não visse ninguém lá.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 07:20 pm



Alice não falou mais nada e Masako ficou perdido alguns minutos na entrada do hospital, até que um enfermeiro aproximou-se da entrada bem antes dele abrir a porta, sua pele era um tanto pálida, mas não muito e tinha olheiras profundas nos olhos. - Ei! Novato! - Chamou ele quase num sussurro forçado, fazendo sinal para que viesse para perto. - Você tá perdido, ou quer a mercadoria mesmo? - Indagou a ele, meio que olhando para os lados, como se verificasse se estavam sendo observados, e ainda falando meio baixo. - A Chefe Vadia pediu para eu ficar atento hoje,você veio com ela? - Perguntaria novamente, logo ficando impaciente e parecendo tremer as mãos. - Vamos logo... - Ele mal esperaria uma resposta, e já voltaria para dentro do hospital.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 10:35 pm

Ela não me respondeu mais nada, e também não fiquei lá esperando ela fazer aquilo, me aproximando da porta. Demorou alguns minutos até que ouvi alguém falar algo sussurrado, e o olhei chegando mais perto dele, atento ao redor. -Vim pegar a mercadoria. -Disse respondendo sua questão e sendo direto. -Vadia? ...Sim. -Eles se amavam muito pelo visto, ou era algum tratamento especial vampírico ainda desconhecido pra mim? Assim que ele começou a andar, o segui. Ele parecia bem nervoso ou era só impressão? Ele tremia as mãos, mas não era só isso estranho... Tinha profundas olheiras e estava bem pálido. Não iria perguntar nada a ele, principalmente dentro do hospital, iria segui-lo e ser o mais discreto que conseguisse, observando ao redor pra saber a hora certa de andar e parar ou esconder se precisasse. Tentaria focar nos sentidos, como lá no bar, pra tentar ter uma reação melhor caso necessitasse, e mais importante, ficaria de olho em tudo pra memorizar como voltar. Não sabia se voltaria escoltado por ele ou se ele me deixaria na mão lá.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   05/09/18, 11:56 pm



O hospital parecia quase deserto por dentro, pacientes dentro de seus quartos, uma enfermeira ou outra pelo trajeto, mas no geral ninguém se quer olharia para os dois, e quem ameaçasse olhar, Masako se escondia razoavelmente bem. - Deixa eu adivinhar, esqueceu o uniforme? Novatos... - Disse o enfermeiro olhando torto para ele e suspirando. Ele podia notar duas coisas ali, ouviria com facilidade os batimentos do coração dele e o som da respiração, e ocasionalmente o de outros. Eles passaram por dois corredores e chegaram à clínica do pronto socorro, e de lá foram para uma parte só para funcionários, descendo uma escadaria, chegando ao Banco de Sangue. - Espere aqui, novato. - Diria praticamente sem olhar para ele, e batendo a porta em sua cara, deixando-o do lado de fora no corredor que dava na escadaria. - Está aqui, se vire para sair daqui e na próxima venha uniformizado ou com um crachá pelo menos. - O enfermeiro praticamente socaria três caixas térmicas de tamanhos diferentes do peito de Masako, sendo uma grande, uma média e uma pequena. Tendo feito isso ele fecharia a porta e não voltaria, de modo que o jovem vampiro teria de se virar para sair do hospital.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 02:33 am

Ele comentava algo sobre uniforme, mas ela não havia dito nada daquilo. -Acho que sua chefa não saiba do uniforme. -Comentei em seguida ao receber o olhar torto dele. Eu conseguia ouvir tudo ali, até mesmo os batimentos do cara que me levava pelo hospital. Então era humano? Vez outra ouvi batimentos, respiração e passos de outra pessoa, e me escondia para que não fosse visto, porém até que tinha sido tranquilo chegar lá, sendo que passávamos por dois corredores e uma escada. Ao menos não era tão longe... Assim que descemos ele entrou por uma porta, praticamente a batendo na minha cara e o olhei torto quando saiu de lá, me entregando três bolsas cheias de sangue. -E-ei! -Murmurei ao ter novamente a porta fechada na cara e suspirei. Era como eu imaginava, teria que voltar sozinho e com três bolsas... Olharia em volta pra esconder a média e a maior em algum canto e pegaria a menor pra levá-la comigo primeiro. Faria o trajeto de volta até a porta de saída e esconderia a bolsa por ali, dentro do hospital ainda. Depois voltaria pra onde havia deixado as outras duas e faria o mesmo com cada uma, levando uma a uma pra próximo da porta de saída, atento com os sons e escondendo a bolsa próxima de mim.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 09:11 am



Masako levaria certo tempo, escondendo as caixas términas num canto trás da escadaria que descera antes e depois as escondendo próximas à saída de emergência, num canto do corredor que estava em obras e haveria uma manta cobrindo algumas ferramentas. Assim que ele pegasse as três caixas de debaixo da manta e estivesse pronto para sair, um segurança do hospital estaria na sua cola. - O que pensa que está fazendo? - Diria ele, um senhor de seus quarenta anos, corpulento e de voz bem grave. - Nossa... Você é bem grandão... - Rapidamente Masako veria Alice atrás do homem, ela vestia um uniforme de enfermeira, facilmente dando para notar que era um artigo de sex-shop. Era um vestido curto, deixando as cochas dela bem expostas e o seu traseiro empinado quase escapulindo. Ele era branco com detalhes em vermelho, tendo até um chapéu com uma cruz vermelha e um decote bem generoso, cujo um dos botões parecia que iria explodir com o tamanho do busto dela. - Você não trabalha aqui... - Gaguejou o homem enquanto ela acariciava o peitoral dele com as duas mãos, descendo uma para a virilha dele. - Você gosta de enfermeiras? - Ela o faria virar para ela, mostrando de certa forma uma força enorme já que o cara era praticamente um armário. - E-eu... - O segurança parecia resistir, umas um brilho rosa nos olhos dela sucedeu um beijo intenso e apaixonado deles. - Vou te contar um segredo... - Ela sussurrou ao ouvido dele falando lenta e provocativamente, e com isso o mordeu no pescoço. Ele pareceu tremer todo e soltar alguns gemidos estranhos, e logo ela tapou a boca dele. Em poucos instantes o corpo dele ficaria mole e ela lamberia o local da mordida para por fim joga-lo no chão como se fosse um saco de batatas. - O positivo... Encorpado... - Disse ela rindo e limpando a boca com os dedos para depois chupa-los. - Vai ficar ai babando ou vai trazer as caixas? - Diria ela saindo rebolativa e saltitando para fora do hospital.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 02:34 pm

Não foi algo rápido, mas ao menos ninguém dentro do hospital havia me pego, sendo até que fácil levar as bolsas de sangue comigo. Minha felicidade acabou quando abri a porta da saída e dei de cara com um guarda tamanho gigante, e o olhei nos olhos a princípio assustado com a surpresa, mas depois voltando ao normal. -Eto... Eu sou novo aqui e meu uniforme sujou muito. Estou levando as sacolas pra fazer reposição. -Falei, mas assim que olhei pra trás dele vi Alice, que já veio investindo contra ele. Parecia que tinha ficado sem graça, mas ela realmente estava com uniforme? Ou comprara aquilo numa sexshop? Olhei por um tempo pros seios dela quase saltando pra fora da roupa, de tão apertada que se encontrava e depois baixando o olhar pelo corpo até terminar o vestido, mostrando bem as coxas grossas e firmes dela. Voltei minha atenção pro guarda, ele pareceu perceber que aquilo não era um uniforme de trabalho, ao menos era esperto... Mas a investida dela não era como se trabalhasse lá, e sim deixá-lo sem graça e possivelmente sem pensar no que acontecia, e parecia funcionar... Ele resistia, mas quando vi o brilho nos olhos dela, começaram a se beijar como se estivessem em lua de mel ou coisa assim... É minha boca abriu. O beijo cessou e ela sussurrou no ouvido dele, sendo que consegui ouvir perfeitamente, esperando pra ver o que aconteceria e ela o mordeu! Não sei se minha boca se abriu mais com o beijo ou com a mordida, mas foi algo repulsivo e ao mesmo tempo tentador. -E-eu não to babando! -Falei me recompondo e pegando as bolsas pra levar pro furgão. Ela parecia bem animada. -Seu soldadinho lá disse sobre uniforme e crachá da próxima vez. -Comentei com ela enquanto colocaria as bolsas na parte de trás, se pudesse prenderia elas em algo pra que não se batessem, e depois iria pra frente pra sairmos logo de lá.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 03:37 pm



- Babão... - Comentou Alice rindo conforme o olhava pelo retrovisor, enquanto ele arrumava a encomenda. - Ia ficar um gatinho no uniforme, tem uma bunda apetitosa. - Disse dando uma piscadela para ele assim que sentou-se no passageiro, rindo a seguir e ligando o MP3 player do furgão, tocando uma musica eletrônica. - Não quer beber um pouco? Eu estou satisfeita, o segurança estava muito bom. - Propôs ela dando partida na veículo, porém conforme andavam dava para notar que ela parecia ir na direção oposta de onde vieram, como se não estivesse voltando ao bar. O mais estranho era que de alguma maneira, aquele caminho ficava mais e mais familiar, até que Masako reconheceria aquele bairro, estavam perto de sua casa. - Aquele imbecil do Takumi é eficiente quando quer, mas só porque ele foi desbocado eu vou deixar ele uma semana sem sangue... Viciadinho vai aprender a respeitar os superiores dele...
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 05:13 pm

Olhei pra ela ao ouvir o comentário estranho dela e balancei a cabeça em negação, sentando ao lado dela. -Então ficou olhando minha bunda? -Perguntei parando de me assustar com aquelas investidas, que todas pareciam ter. -Eu não vou vestir isso ae... -Murmurei irritado com uma parte do comentário. -Eu já bebi, lá no bar. -Respondi sua pergunta, não sabia se aquilo podia dar efeito colateral ao beber de mais. Começamos a andar e ela parecia ir pro lado completo oposto ao do bar, e voltei a olhá-la. -O bar fica pro outro lado. -Disse voltando a observar o caminho e achando familiar... Espera... Olhei mais ao redor até que dei um pulo da poltrona. -Minha casa é por aqui! -Exaltei olhando pela janela e depois voltando pra ela. -O que fazemos aqui? -Perguntei tirando o cinto, precisava ir vê-los, nem que eu pulasse do furgão. Não estava nem ai pro rapaz do hospital, e por esse motivo nem prestei atenção no que ela dizia. -Preciso ir vê-los... Ao menos se estão bem. É rápido! -Falei pra ela tentando convencê-la de ao menos deixar-me ver eles.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 05:42 pm

- Ela é? - Indagou Alice fazendo uma falsa cara de surpresa e rindo mais. - Talvez eu tenha omitido, mas a sonsa da Amiri não é a única com alguns dons especiais. - Ela riu mais, na verdade, gargalhou olhando-o pela visão periférica e sorrindo de forma maquiavélica. - Precisa, tadinho... - Ela então pararia o furgão numa esquina próxima de um parque, onde haviam muitos veículos parados. - Se quer vê-los... - Ela então apertaria um botão no painel, travando as portas, tirando a chave do contato a seguir. - Vamos brincar um pouquinho, o sangue me deixou com bom humor... Me mostra do que é capaz... E eu abro as portas... Podemos ir até lá pra trás. - Ela falava de forma sacana, guardando a chave entre os seios e abrindo as pernas enquanto alisava a cocha interna com a mão direita e a esquerda agarrava e massageava o próprio seio. Para completar ela mordia o lábio inferior e continuava rindo para ele.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Os contos que são reais   06/09/18, 09:21 pm

Ela devia estar zoando com a minha cara, só podia... Ainda por cima se fazia de cínica... Parei de falar a olhando irritado com tamanho cinismo dela, mas acabamos por parar em uma esquina onde havia um parque cheio de carros parados. -O que houve? -Perguntei sem saber o por quê de termos parado já que ela estava se divertindo tanto com minha tortura. Ela trancou as portas e no momento que ouvi as trancas descerem olhei pra porta e depois pra ela que tirava a chave do carro e a botava entre os seios. Não pude conter o olhar fazer o trajeto das chaves com um pouco de inveja, mas ela não se contentou só com aquilo, abrindo as pernas se alisando nas coxas e nos seios enquanto dizia tais palavras. Ela não parecia estar brincando... E não posso dizer que meu corpo não reagia àquilo, porque ele reagiu bem rápido. Devia dizer que era virgem? Minha cabeça ainda pensava em Misaki, estava traindo ela, mas e como ela estava com meu sumiço? Meu corpo queria se satisfazer desde quando bebi aquele sangue e agora que tinha se acalmado voltava a clamar com mais força. Foda-se... Ela mordia os lábios enquanto ria pra mim como se fosse divertido estar na minha situação, mas não ia demorar e a agarraria pela cintura pra trazê-la pra cima do meu colo. Aproveitaria pra beijar acima dos seios, pra depois abrir mais o decote avantajado para tirá-los de baixo da roupa e poder brincar com eles, botando os mamilos na boca pra chupá-los e dar leves mordiscadas. -Vamos lá pra trás então. -Disse e caso ela fosse daria um tapa em sua bunda antes de ir pra lá também.
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