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 Catedral de Carne

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MensagemAssunto: Catedral de Carne   18/12/18, 04:49 pm



Crowley e Clint seguiam abaixo, ambos tomando muito cuidado conforme andavam, Crowley estava na frente até que andaram mais, descendo em direção a uma certa proximidade, na qual o necromorfo poderia reconhecer o cântico. Estaria muito clara a identidade de tal oração, tratando-se de um louvor de sangue, dedicado à Deusa Lamashtu, ou Lilith para algumas culturas. O cântico era fervoroso, e a julgar pelo som poderia significar algumas dezenas de vozes nele presentes. Entretanto o mais preocupante seria a visão que teria ao chegar até o piso inferior de fato, um piso feito de uma espécie de couro avermelhado substituía as pedras de antes, e o sangue das canaletas irrigada tal couro pelas laterais dos rodapés, como se fossem feitos de uma espécie de esponja avermelhada. Por fim uma grande parede de mesmo material do piso e uma porta que poderia ser descrita somente como um orifício excretor gigante. à frente da porta um pedestal jazia, e em cima dele uma bacia dourada e uma faca cerimonial simples.
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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   18/12/18, 05:48 pm

Quase como um bom investigador, Clint sabia com uma exatidão incrível sobre a oração e que era a deusa em questão, era do mesmo ciclo e mitologia que Caim, Adão, Eva e paraíso, sorriu diabolicamente por debaixo da máscara mas foi por pouco tempo, ate chegar no couro que servia de esponja e estava ensopada de sangue, ali era o final da decida e reparou que o final das canhas também, uma parede chamava a atenção e uma porta que mais parecia com um Anus do que outra coisa, mas na frente dessa porta tinha um pedestal com uma bacia dourada e uma faca cerimonial que parecia simples, foi nesse momento que caminhando ate com muito cuidado Clint usaria seus conhecimentos agora para saber sobre o ritual que estava sendo feito ali, já tinha em mente do que se tratava e quem era a deusa, agora queria saber pra que de fato isso era utilizado e como poderia intervir, quem sabe poderia usar ao seu favor ou utilizar algo para que seja útil para ele, em contra partida tinha que tomar um cuidado extra contra os inimigos e o demônio-padre que estava por ali, por isso ser rápido era um requisito extremo nesse momento, usando os seus sentidos aguçados para descobrir possíveis inimigos e ate mesmo para tentar sentir o que tinha na bacia dourada.

Fazendo gestos para Crowley para ficar de olho no local, Clint queria apenas um pequeno tempo apenas para encontrar possíveis respostas, iria tomar cuidado com armadilhas e ate mesmo para não chamar a atenção dos ocultistas que ali estavam, pela descrição da missão não era difícil deduzir que encontraram de fato culto ao sangue, mas faltava muita coisa ainda, como não era pra ter sobreviventes o necromofo estava tentando ouvir alguma espécie de batimentos cardíacos, queria ter certeza se todos ali eram vampiros ou ate mesmo outras coisas, iria tentar se lembrar o que mais viu das outras vezes quando participou do culto a séculos atrás, iria após chegar no pedestal ver o que tinha ali na bacia e só depois que percebesse que não era armadilha pegar a faca, guardando a lanterna que estava na sua mão, só agora iria usar sua visão espiritual para ter certezas que mais algumas coisas como malditos e espectros no local, mas se tinha alguma concentração de espíritos por ali, iria processar tudo muito rápido para não deixar nada escapar nada e nem se quer ficar como alvo exposto, pois algumas dezenas de fanáticos poderiam causar um verdadeiro estrago para a dupla ali.


“Nossa.. o que eles estão fazendo aqui e algo bastante grande, mas o que de fato eles estão querendo fazer esse é a investigação em si, o que começa a fazer algum sentido é um grupo bastante diferente para fazer algo que poucos ousariam, mas mesmo assim esta difícil de descobrir o resto.. preciso encontrar mais evidencias.. e rápido”



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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   19/12/18, 11:23 pm



- Lamashtu, Primeira Mulher, Senhora do Sangue, derivada do barro primordial, Deusa da Fertilidade, igual de Adão... Oferecemos a ti a carne e o sangue, sustento de sua força e beleza, tradição selvagem e primordial, recusamos o Falso Pai, adorando assim a ti, Verdadeira Mãe... Que o prazer e a dor se tornem um, que o coito e a tortura se tornem um… Que seus inimigos caiam perante seu poder, que toda fêmea se curve a sua força e que todo macho se excite em sua beleza... Oferecemos a ti a carne e o sangue... Eternos e mortais... De seus filhos e filhas... E das crias dos Traidores... - Anuar conseguia traduzir o texto e pela expressão de descontentamento, Crowley parecia entender tudo também. - Um culto a Lilith, essa eu não esperava... - Murmurou Crowley assentindo com a cabeça para Clint, enquanto empunhava a espada prateada e ficava alerta. Lamashtu, ou Dimme, na mitologia suméria era um demônio feminino, uma deusa maligna que ameaçava as mulheres durante o parto e se alimentava da carne e do sangue dos recém-nascidos após sequestrá-los enquanto estavam sendo amamentados. Era filha do rei dos deuses Anu e Ninhursag. O Deus-demônio Pazuzu era invocado para enfrentar Lamashtu e proteger o parto. Eis o que Anuar se recordava, além do fato de que a figura de Lamashtu seria de fato a mesma Lilith, evento esse que poderia sincronizar com as descobertas da Marca de Caim. Crias desses seres, a presença da Marca, e agora um culto a Limith, todos culminando ali enquanto o cântico continuava. A bacia dourada continha alguns traços de sangue, e pelo odor era algo relativamente fresco, porém de natureza sobrenatural. Pelo odor um tanto "morto", poderia tratar-se de sangue vampírico, e nesse momento pela primeira vez havia uma reação a mais, Anuar poderia sentir a garganta começar a secar e uma sensação de sede, como se aquele ambiente incitasse seus instintos predatórios. Por fim ele notaria que seriam por volta de vinte vozes no cântico, talvez menos, talvez mais, e que pela sonoridade não estavam próximos da porta em si, além de que havia um outro orifício, este bem pequeno, localizado no teto, simetricamente acima de onde jazia a bacia.
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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   20/12/18, 06:56 pm

A visão espiritual não pegou anda, realmente parecia que não tinha ninguém ali a não ser os 2 seres que chegou ali nesse momento, Clint conseguiu entender sobre o que se tratava as orações e realmente havia uma sincronia incrível no que pesquisou e no que estava acontecendo, eram crias vampíricas de fato porem seguiam a Lilith e não a Caim, mas com todo seu conhecimento tentou desvendar mais coisas e não conseguiu, por enquanto era o que tinha encontrando em sua somatória de conhecimento, lembranças e habilidade, um pouco da Suméria estava ali, não notou nada de estranho no punhal e na bacia um sangue que deveria ser de vampiro, por algum motivo ficou com uma sede diferenciada e sabia que seus instintos predatórios estavam aflorados, ainda controlando suas emoções sorriu de uma forma totalmente maligna porem a mascara não deixaria o padre demônio saber, logo tratou de pegar uma das seringas com o sangue que envenenaria um vampiro e adicionou a bacia, após isso guardou a seringa fazia pois iria usar futuramente, se afastou e apontou o outro orifício no teto, iria tentar algo ao mesmo tempo que deixaria Crowley tentar fazer algo.

Ao se afastar do pedestal iria averiguar as paredes, usando seus sentidos aguçados e ate mesmo visão espiritual, queria encontrar alguma outra rota, por fim iria analisar o Cú enorme após a volta que daria na tal sala, usando a audição, visão e tato, queria mesmo saber o que realmente era aquilo e se servia de passagem para o outro lado onde teria os asseclas de Lilith em torno de 20 pessoas, permaneceria em silencio pois suspeitava que o demônio estava ainda escondendo muitas outras coisas, já que definições antigas é algo que pode ser facilmente distorcidas, um certo cuidado extra para não errar nesse momento, sabia que em rituais precisos adicionar ou retirar algum item poderia transformar o ritual em algo totalmente novo e perigoso.


“Vamos lá padre demônio, faça algo logo pois se ficar só de olho vai me irritar ainda mais, tem que ser produtivo também e não parecido com a garota que pulou no sangue.. meus instintos estão em ordem.. já quero matar alguém logo.. kkkkkkkkkk”

Clint continuaria em suas investigações e de vez em quando olharia para o orifício de cima, mas seu foco era no Cú em sua frente, ainda em alerta para não ser um alvo para alguma espécie de ataque, ate mesmo se algo mudasse no padre, como por exemplo os sentidos aguçados informasse algo diferente já iria prestar atenção, era um momento que toda a atenção era precisa, além de todo conhecimento era necessária.


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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   21/12/18, 10:40 pm



Os sentidos de Clint pareciam engana-lo, fazendo-o crer que não haveria nada a não ser os possíveis arautos de Lilith adiante, afastados. Entretanto aquele lugar começava a mexer com ele, trazendo seu instinto predatório a tona, ele poderia entender o que fizera a vampira marchar para a morte no rio de sangue, e até mesmo conjecturar sobre o que aguardava o jovem Masako ao persistir ali, porém havia uma única realidade, aquele lugar era muito mais do que esperavam. Seu controle de emoções era tremendo, e sem ele, com certeza já teria caído pela estranha influência, porém agora uma outra visão aterradora poderia tomar seus sentidos. Ao despejar o sangue na bacia ele veria uma estranha anomalia no buraco acima no teto, algo como um intestino descia, tal qual uma corda, porém vivo, serpenteando e com uma espécie de olho em sua ponta, tal olho encararia os intrusos, mas então voltaria sua atenção à bacia. Seria então que o olho se abriria tal qual uma flor, revelando uma série de dentes pontiagudos, similares a uma planta carnívora, ou um tipo de tubarão mutante, de qualquer forma, o ser esquisito deliciou-se com o sangue na bacia, tratando de se recolher rapidamente, enquanto que a porta em forma de ânus de abria, liberando passagem.  Porém a catedral adiante não era nada do que viram antes, a visão espiritual de Clint mostraria uma única entidade presente em todos os lados, tetos, paredes, móveis, decorações, tal qual uma consciência coletiva. O ambiente à frente seria perturbador até mesmo para o experiente necromorfo, um rio de sangue ao centro do caminho seguia dali, irrigando o piso feito de couro avermelhado em suas laterais como se fossem sua mata ciliar, no mesmo tom da carne exposta em uma ferida fresca, onde seres inimagináveis, retorcidos e deformados, estavam moldados como se fossem cadeiras, mesas, estátuas e quadros, formando toda a mobilha e decoração. Nas paredes e nos ditos aparatos mutantes, haviam rostos que se retorciam em expressões de prazer e dor simultâneos, chorando lamentações incompreendíveis a quem quer que ouvisse. Grande estalactites de ossos saiam to teto, empalando humanos que jaziam pendurados, enquanto que seres similares ao intestino com olho e boca de antes, drenavam seu sangue e lhe comiam pedaços. Enquanto isso os crânios de tais vítimas eram deflorados por outros tentáculos, que pareciam atravessar seus cérebros, provocando as mesmas expressões faciais dúbias das mobilhas abaixo. Para o necromorfo seria claríssimo onde estavam, aquela era a Catedral de Carne de Yorak. - We are definitely not in Kansas anymore... - Murmuraria o padre enquanto olhava com uma expressão neutra para aquela descoberta, porém com um pouco de irritação em sua voz. - Então Clint, pensamentos finais antes de entrar no estômago da fera, ou talvez seja melhor reagruparmos e reportar isso aos manda chuvas? - Diria Crowley caminhando calmamente na direção da bacia, despejando gradativamente todas as cinco seringas de sangue que ele mesmo tirou de suas vestes. - Vamos ver se damos uma indigestão no nosso amiguinho...
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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   22/12/18, 09:18 am

As palavras bizarro e grotesco eram insignificantes para descrever o cenário que Clint estava observando nesse momento, ate mesmo deixou a postura que estava para realmente prestar mais atenção no ambiente, não ficou maravilhado porem não ficou com tanto nojo assim, mas de fato era algo que não se via mesmo em milênios de vida, percebeu que era a Catedral de Carne de Yorak, tinha uma vaga lembrando do que era e por isso fez questão de tentar se lembrar do restante, como sempre priorizava os conhecimentos, a certeza de algo era útil demais e isso que estava olhando representava muito esses pensamentos, talvez com mais respostas possa conseguir meios de prosseguir com essa missão, já estava começando a ver um padrão que não poderia ser ignorado, um cu e depois intestinos, um maquinário totalmente diferenciado de seres com olhos e dentes de tubarão estava fazendo o resto, com isso em mente não pensou em dessistir pois queria ir mais afundo de tudo isso e quando o padre falou com ele o mesmo iria responder indo para o cu que estava aberto mostrando uma passagem que tanto queria.

- Sei que não é hora para me confessar padre mas creio que terá que ouvir isso, estou prestes a atacar você.. meus instintos predatórios estão a toda velocidade, por isso consigo entender o que se passou com a garota do lago vermelho la em cima.. dito isso acho melhor mesmo você voltar e ajudar os outros.. ou falar com os superiores sobre isso.. meu trabalho aqui esta longe de ter um fim.. ótima sorte Padre.

Ainda no estado em que se encontrava ao ver tudo isso, Clint continuaria andando calmamente para adentrar ao Cu, um momento único para o necromorfo que realmente nunca vez algo assim dessa forma, mesmo tentando ser preparado para o que poderia acontecer nessa cadetral era diferente de muita coisa que já viu antes, iria tentar ser furtivo mas tinha em mente que se esses tentáculos estranho tinha olhos, uma de suas funções básica era enxerga, porem era só as vítimas ou intrusos no questão? Iria testar uma tese rápida que poderia passar por ali sem mais perigos apenas mostrando postura e cuidado para não ir na área que estavam se alimentando, tomaria também cuidado com as paredes que continham rostos e bocas abertas, outras mobílias de seres estranhos, tudo ali poderia ser de funcionalidade diferente, a consciência coletiva poderia ter um dominante ou apenas trabalhavam em harmonia como um corpo monstruoso.

“ Dor e prazer, Lilith, Demônios, Caim, Vampiros, monstros bizarros, isso esta cada vez pior, o que eu deveria fazer de verdade é ir embora e viver, trabalhar minha vingança e tudo mais, estou me expondo demais nessa missão, porem algo me diz que a recompensa é melhor ainda, além disso preciso me lembrar o que de fato é essa catedral.. essas coisas ... tudo tão estranho....mesmo assim consegue existir.. quem criou isso tudo... “


Ao prosseguir iria permanecer focado ao extremo, aproveitaria que seus instintos estavam além do normal, controlaria seus impulsos, ainda estaria armado com a estaca e com o punhal, confiando em seus sentidos aguçados sempre, tentando se lembrar, usando seus conhecimentos e habilidade para descobrir mais sobre o local que estava presente.

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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   01/01/19, 10:04 pm



- Charmoso... Foi um erro chamar sangue-sugas, bem... Temos o mínimo pra precisar de cavalaria... Tente se segurar em algo que não esteja vivo... Ou quase vivo... Até mais... - Crowley olhava para Clint de maneira neutra, terminando de encher a bandeja, e como antes a "minhoca ciclope" viria até ela, se embebedar. Crowley desapareceria como fizera antes, deixando o outro com suas conjecturas e pensamentos. A catedral era a criação, de Yorak, uma cria dos Antediluvianos Tzimisce, o proeminente estudioso do Metamorfismo do clã, e o Voivode entre os Voivodes. Uma fortaleza Foi construída para proteger um germe da consciência do Antediluviano de que Yorak foi acusado de proteger, que com o tempo, tomou a forma de uma igreja-fortaleza angustiante, esculpida da carne de camponeses, escravos, rivais, feras e qualquer número de outras vítimas, interligados nas paredes pulsantes e supurantes da estrutura, construída pela matusalém e sua comitiva por um período de milênios. Essas eram as histórias das quais Clint se lembraria caminhando, e cada vez mais adentro sentiria o desejo de sangue ficar mais e mais forte, como se houvesse uma Besta tal qual a dos vampiros em si. Num olhar mais atento, não só as paredes e as decorações eram feitas de seres viventes distorcidos, como haviam pilares erguendo-se pelo corredor longo, estes feitos de homens e mulheres presos em posições sexuais e/ou de agressões, como se fossem centopeias humanas retorcidas. Não havia nada a não ser o corredor e o rio de sangue, sendo que este levava até uma grande porta dupla, totalmente feita de ossos, e com a aproximação, Clint poderia ouvir clamores por piedade, socorro e esbravejares de ódio e revolta, como se uma chacina acontecesse do outro lado da porta. O odor de mais sangue fresco intensificava a forma como a catedral mexia consigo, seria cada vez mais difícil controlar-se.


Teste de Força de Vontade escreveu:
1d100 > 25 = Sucesso
Onúris efetuou 1 lançamento(s) de dados (D100.) :
70
Obs.: Caso falhe deverá tentar atacar a catedral de alguma maneira, ou se alimentar dela.
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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   02/01/19, 05:48 pm

Após ouvir as palavras de Clint o demônio foi embora, falou algo sobre cavalaria do qual não faria o menor sentido por enquanto, iria agir melhor a partir de agora pois não tinha mais ninguém para atrapalhar, e o momento de mais certezas como, o demônio foi embora pois sabia exatamente o que tinha ali nesse momento pôs Cu, pode ter ideias mas quem iria desbravar era Clint todo destemido e sentindo os efeitos de se adentrar mais profundamente na fortaleza viva, de acordo com o que sabia isso pertencia a Yorak que por sua vez estava vinculado ao clã Tzimisce e ao seu criador antediluviano, mais conexões, as vocês dos asseclas de Lilith não estava mais presente, talvez mais a frente ou a qualquer momento iria aparecer alguém para atrapalhar, o tentáculo com olho bebeu o sangue e não pareceu ter sofrido nada com isso, sendo assim iria continuar o caminho com muito cuidado.

Ainda andando com toda furtividade reparou como seres antigos podem pensar de formas parecidas, pois o próprio Anuar tinha sua versão da catedral de carne, porem ele mesmo prezava para algo mais espiritual possível por isso o nome “O Casulo dos Imortais”, aproveitava que os ananasis não tinham o caern mas possuem um modo de criar um local umbral para ser eu refugio, juntou esse conhecimento e aplicou magia para aumentar seu território e fixou ele agora em um local bem inóspito no Alaska, tem planos para ela em um futuro e começou a ter planos para a catedral tambem, percebia visivelmente as armadilhas de se caminhar por ali, qualquer descuido poderia acontecer com ele o que aconteceu ao outros que fazem parte desse ser vivo gigantesco, os instintos predatórios estavam cada vez mais forte e na hora percebia que era algo mental, como se um poder estivesse agindo, fácil dedução e fácil uma contra medida para isso, um controle emocional intensificado, seguido de não respirar mais pelo nariz e sim pela boca, fazendo isso não iria sentir os cheiros e odores nesse momento, pois os sentidos aguçados poderiam ser uma faca de 2 gumes nesse momento, por fim iria alterar o mínimo possível a realidade para reforçar seu controle sobre seu corpo.

Ao chegar na porta dupla de ossos iria se certificar que esse era o único caminho, so depois disso tentaria abri-la para ganhar visão de quem de fato estava pedindo piedade, socorro com ódio e raiva, com certeza o sangue estava vindo dali mas seria mais um truque de tudo? Só tinha uma maneira de descobrir além dos sentidos aguçados, ate mesmo visão espiritual seria usando de forma cautelosa pois Clint sabe que se estão vivas ou com apenas um aparcela de vida tinha auras e ate mesmo outros seres espirituais ali, iria usar de sua estaca ou punha ritualística para abrir os portais, com muito cuidado e prestando atenção em tudo, possível.


“Metaformismo é?? Yorak é bom mas não é o bastante.. posso ate ajuda-lo ensinando o que é metamorfose de verdade pra ele kkkkkkk se ele sabe de minha existência, do que eu fiz e estou fazendo... ele vira um assecla meu na hora.. mas se for o Tzimisce o ser que esta querendo controlar o lugar o plano seria outro.. jaja alguém dos grandes vai aparecer, preciso ter cuidado nesse momento”


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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   02/01/19, 11:39 pm



Com o uso de sua habilidade uma espécie de bolha gravitacional formou-se ao redor de Clint, tal qual como se a gravidade fosse dobrada, impedindo que odores se aproximassem, e de mesmo modo respirando pela boca e concentrado, o Necromorfo evitou o pior. Ao abrir a porta de ossos se depararia com um ser abissal, sua parte inferior era como um aracnídeo, composto de tentáculos e, braços e pernas. Sua genitália era como um ferrão que gotejava uma substancia avermelhada. Sua parte superior tinha quatro braços e dois deles tinham asas embutidas. Todo o corpo era revestido com uma espécie de exoesqueleto ósseo, e sua face lembrava a de uma caveira. Havia mais de uma dúzia de seres desmembrados aos seus pés, e em suas garras em patas ensanguentadas a criatura absorvia o sangue e a carne destes, reduzindo-os a nada. Em sua mente Clint lembraria-se de um fato a mais sobre Yorak e a Catedral de Carne, eles teriam sido manipulados por um demônio chamado Kupala na noite em que a Catedral haveria consumido Yorak e desaparecido sem deixar rastros.


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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   03/01/19, 05:10 pm


Usando de tudo para não ser pego pelas armadilhas do local, Clint chegou a abrir a porta, porem la tinha um ser abissal, visivelmente mais forte que ele apenas pela aparência em si, revertido com placas ósseas, com mais braços e tinha ate assas, o mais engraçado era que lembrava ate mesmo um aracnídeo, por fim ate mesmo lembrou do demônio chamado Kupala, esse sim deveria ser o grande inimigo de tudo isso, não tendo certeza se era de fato o grande inimigo ou não, se foi visto ou não iria agir de acordo com seus instintos predatórios e atacar, podem iria analisar mais o local apenas com sua visão aguçada e ate mesmo olhando os detalhes, pois isso seria fundamental nesse instante, na sequencia tentaria se lembrar o que de fato é com contra demônios enquanto raça, por fim iria agir, não tinha mais volta, não iria apenas fechar a porta e tentar um teleporte para avançar na catedral, tinha que sujar as mãos e fazer valer sua violência.

Iria usar logo uma investida para atacar a fera, dando assim o início do grande combate, golpes recheados de poder profano e para completar um truque que poderia definir logo de cara esse confronto, como o demônio era maior precisaria apostar na rapidez para golpear 3 vezes, o clássico direita, esquerda e chute alto, o detalhe é que mesmo armado não usaria isso no momento, após tentar desferir os golpes iria ficar em defensiva sempre prestando atenção no confronto e tentando identificar tudo possível em sua experiência de vida e sentidos aguçados, pois se realmente fosse o demônio em questão seria uma chance única que não iria desperdiçar, Clint estava determinado a fazer sua história mesmo que não fosse lembrado por isso, busca pelo poder estaria repleto de combates dessa forma e o mesmo sabia que não tinha mais como se esconder atrás de humanos.


“Sabia que iria aparecer alguém mas não esse alguém, agora não tem conversa e muito menos pensar demais, um erro e estarei condenado por essa fortaleza e seu verdadeiro dono, tinha que ser demônio ne?? Ele está físico demais para ser um ser espiritual.. mas não custa tentar.. se estiver algum vínculo com o meu domínio eu ganho vantagem contra ele.. mesmo tudo estando contra nesse momento”

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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   06/01/19, 02:19 am





Com o uso de seu Mundo Ilusório Anuar se fez invisível aos olhos do demônio, saltando até ele, desferindo dois socos e um chute em sua cabeça, de modo que o mesmo foi lançado contra a parede da catedral de carne. - Inseto!! - Exclamou o ser enfurecido, tendo alguns de seus dentes arrancados pelos golpes, e o exoesqueleto da cabeça rachado, mostrando seus tecidos internos. - Esse cheiro... - O demônio começou a farejar no ar, como que procurando por algo, e à medida que fazia isso Clint notaria sem problemas que ele já começava a se regenerar dos ferimentos. - Cuidado pequena aranha... Está bem longe de casa... - Grunhiu Kupala se apoiando na parede de carne, mas então fincando suas unhas nela e várias veias ficariam saltadas por toda a sala que era apenas um espaço avermelhado de couro vivo, quase como que um estômago. - Parece que vou me deliciar com algo mais que carne e sangue. - Sorriu a criatura de orelha a orelha, enquanto que o adversário poderia afirmar com certeza, que aquele ser era físico e não espiritual, e que algum tipo de proteção o impedia de usar seus sentidos espirituais naquele recinto em sua plenitude.
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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   06/01/19, 09:32 pm

Seu primeiro movimento teve o efeito desejado mas reparou que além do demônio ser forte não se abalava com apenas isso então deveria caprichar ainda mais para ganhar toda a atenção necessária do ser que estava ali na sua frente, percebendo que estava invisível iria continuar o plano de golpear o monstro, criou uma abertura no monstro e iria explorar isso da melhor forma possível, arremessou o punhal ritualístico na parte da cabeça, exatamente onde o tecido interno ficou a mostra, guiado pelo seu poder movimento da mente, uma telecinese cirúrgica para cravar a arma no crânio do inimigo, tentaria usar disso como artificio e criar assim um ponto fraco no demônio ou seja esse arremesso era apenas um artificio para dar continuidade ao seus golpes, deixar o mesmo sem concentração no que estava fazendo no momento, mostrando com atitude tudo que poderia fazer por enquanto, não iria perder tempo com qualquer outra manobra a não ser causar dano e pânico em seu adversário.

Agora em sua sequência em golpes do monstro Clint iria usar um over hand de direita ( suingão ), um gancho de esquerda, direto de direita e terminando com outro direto mas agora de esquerda tudo focado na cabeça do demônio, tentaria deixar o combate a média distância pois o mesmo tinha muitas vantagens a curta distância, com isso iria prestar atenção em como o demônio iria se comportar, pois diferente da outra vez não estava mais invisível e sim bastante a amostra, todo detalhe poderia ajudar nesse momento, mantendo o controle de suas emoções, ainda tentando se lembrar alguma coisa que poderia ser usado contra o demônio, uma espécie de fraqueza usando seus estudos, totalmente focado e determinado ao extermínio de seu oponente, sabe que o local não é favorável mas mesmo assim poderia suar seus outros sentidos aguçados.


"Ele ja sabe o que eu poderia ser ??? isso pode me ajudar depois se o mesmo menosprezar as aranhas.. pois eu mesmo já não sou assim tão dessa forma.. eu sou melhor que isso... "

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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   09/01/19, 11:45 am





Na mesma hora que Kupala moveu rapidamente uma de suas asas arremessando uma rajada de penas, Anuar de forma cirúrgica arremessou o punhal, acertando o olho do demônio. Enquanto seis penas de ossos estariam sendo fincadas na parede próxima à cabeça do necromorfo, o mesmo já avançava na sua sequência de ataques. Todos focados na cabeça do alvo, com uma força tal que o exoesqueleto se partia cada vez mais no rosto, revelando tecidos e sangue, à medida que os punhos se enterravam neles. Entretanto tudo isso apesar de causar danos a Kupala, não tinha seu total efeito pois o ser se curava gradativamente, porém se continuasse atacando, com certeza deixaria danos permanentes. - Olha a cabeça!! - Seria então que a voz de Crowley seria ouvida, e Anuar teria tempo de sobra para recuar quando um grande pedaço do teto caía em cima do adversário e um rapaz de cabelos brancos e de vermelho caia logo em seguida, empunhando uma montante em sua mão direita e uma pistola na mão esquerda. - E eu achando que ia perder a festa... Parece que isso vai ser uma loucura! - Disse o jovem apontando a pistola para os escombros e com a grande espada apoiada no ombro direito. - Dante, Clint Eastwood... Eu disse que vinha com reforços. - Falou Crowley se aproximando da dupla, porém ele não estava mais vestido como padre, agora usava uma roupa social preta e um sobretudo. - Dante?! - Exclamou Kupala se erguendo, explodindo os escombros, estes que pararam numa barreira avermelhada feita por Crowley com um sinal de mão do mesmo. - Você está tão feio quanto nas fotos de família, nunca pensou em fazer plástica não? - Indagou Dante com um sorriso no rosto. - É hoje que vou devorar o filho do traidor e defecar ele no túmulo da anja vadia!! - Bradou o inimigo enfurecido e avançando contra o trio.


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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   09/01/19, 06:58 pm

O combate estava muito difícil e o demônio mostrava mais de suas artimanhas, incluía penas que mais pareciam punhais, conseguia ferir o inimigo mais não de forma letal, iria demorar um pouco ate que conseguisse alguma coisa plausível, mas estava disposto a lutar ate o fim, porem para sua surpresa e novamente ate seu controle não foi o bastante para se conte, o mesmo viu alguém chamado Dante trazido pelo padre demônio se juntar ao combate, pela conversa simples de ouviu ali nesse momento Kupala e esse ser chamado Dante já tinham uma história, e pelo que o padre disse esse era o reforço, sendo assim ambos ali deveriam mostrar alguma coisa e Clint iria usar isso ao seu favor.

Sendo bem analítico o mesmo não respondeu nada e apenas acenou com a cabeça para o Padre e Dante, aproveitando a investida o demônio iria para trás de Crowley literalmente usando o mesmo de escudo, já que estavam tudo muito próximo um do outro, presumiu que o alvo agora não seria ele e nem o padre e sim o reforço, prestaria atenção se o olho acertado pelo punhal estava se regenerando, se ao punhal ainda estava por ali cravada para usar mais de seu poder telecinetico futuramente, olharia também como o estomago gigante ficou após sofrer essa cirurgia tão grande, se sangrava ou regenerava também, se depois disso poderia agir, mas ate nisso seria estratégico, só iria atacar após os outros atacarem, tinha que ser os 2, se apenas um atacasse não iria se expor para atacar, caso isso acontecesse iria fazer um combo de 6 golpes alternando socos e chutes sempre visando a cabeça do inimigo pois ali seria o ponto fraco criado por Clint em Kupala.


“Se esses dois vão fazer algo a hora é agora.. esse não é o momento de ficar de conversinhas extras.. hora de agir.. “


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MensagemAssunto: Re: Catedral de Carne   10/01/19, 07:51 pm





Anuar escreveu:
Com um movimento simultâneo de suas asas o demônio lançou uma nova rajada de penas afiadas. Estas se chocaram contra a barreira de Crowley, que por sua vez parecia segurar bem, até que algumas das penas passaram, atingindo o trio de raspão por todo o corpo. - Colé vovô!! A roupa é nova sabia!? - Exclamou Dante apontando a pistola e fazendo vários disparos, obrigando o demônio a defender-se com as asas e os braços. - Vamos reduzir o tempo de reação dele!! - A seguir foi Crowley cujos olhos brilharam vermelhos, tornando-se carmesim completamente, até na ésclera, e então lançando contra Kupala bolas de fogo de suas mãos. Por fim Anuar saltou e num uppercut poderoso elevou a cabeça de Kupala para a seguir com uma cotovelada fincar profundamente o punhal dentro do crânio do demônio que urrou monstruosamente. - Verme!! - Enfurecido Kupala acertou Anuar com um dos braços, arremessando-o contra a porta de ossos que explodiu no impacto, reduzida a pó e estilhaços. Anuar poderia voltar ao combate, mas notaria que estava praticamente na entrada do ânus gigante, porém uma coisa acontecia, todas as estruturas de carne estavam cheias de bolhas e se desfazendo, como se tivessem sido contaminadas de alguma forma. Além disso Anuar podia ouvir sons de passos vindos de trás dele, três indivíduos aproximavam-se, e caso olhasse para trás, veria que eram Masako, Ubirajara e Dean que desciam a escadaria. Clint estava com sua armadura de combate danificada, com rachaduras e penas ósseas fincadas em algumas partes da mesma.


Masako e Zaki escreveu:
O trio desceria as escadas sem problemas, entretanto notariam que não havia mais sangue fluindo, as canaletas e o reservatório que antes parecia um rio espesso, estavam agora vazios. Além disso quando terminassem de descer as escadas, veriam uma abertura feita de algum material orgânico similar a carne, porém cheio de bolhas e se decompondo, e mais adiante, caído no chão, estaria Clint. Ele ainda estava com sua armadura de combate, mas essa apresentava rachaduras e algumas estranhas penas feitas de ossos fincadas em algumas partes da mesma.

A catedral adiante não era nada do que viram antes, o ambiente à frente seria perturbador até mesmo para os mais experientes, um rio de sangue quase seco ao centro do caminho seguia dali, irrigando o piso feito de couro avermelhado em suas laterais como se fossem sua mata ciliar, no mesmo tom da carne exposta em uma ferida fresca, onde seres inimagináveis, retorcidos e deformados, estavam moldados como se fossem cadeiras, mesas, estátuas e quadros, formando toda a mobilha e decoração. Nas paredes e nos ditos aparatos mutantes, haviam rostos que se retorciam em expressões de prazer e dor simultâneos, chorando lamentações incompreendíveis a quem quer que ouvisse. Grande estalactites de ossos saiam to teto, empalando humanos que jaziam pendurados, enquanto que seres similares intestinos vivos, drenavam seu sangue e lhe comiam pedaços. Enquanto isso os crânios de tais vítimas eram deflorados por outros tentáculos, que pareciam atravessar seus cérebros, provocando as mesmas expressões faciais dúbias das mobilhas abaixo. Para os recém chegados seria claríssimo onde estavam, aquela era a Catedral de Carne de Yorak, porém todo o cenário estava sendo tomado por bolhas e se desfazendo, como se todo o tecido estivesse contaminado.


Ordem de Postagem escreveu:

  1. Anuar
  2. Masako
  3. Zaki

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